Dá para viajar e gastar pouco

Programando com antecedência e escolhendo um país “mais em conta”, tudo é possível

iG Minas Gerais | Natália Oliveira |

Planejamento. Comprar um pequeno fogareiro é uma das dicas do blogueiro de viagem Leonardo Spencer, do site Viajo Logo Existo
Arquivo pessoal
Planejamento. Comprar um pequeno fogareiro é uma das dicas do blogueiro de viagem Leonardo Spencer, do site Viajo Logo Existo

Sempre que pensamos em viagem, logo começa a contabilidade do custo de ficar longe de casa. Mas “especialistas” defendem que é um engano pensar que é preciso estar com bolso cheio para fazer conhecer novos países. Basta um pouco de criatividade e coragem para deixar o luxo de lado, alem de se programar para o passeio com antecedência.

Hospedar-se em hostels, ou albergues, em vez de ficar em hotéis está no topo da lista de economias sugeridas por blogueiros de viagem. O hostel é um tipo de acomodação barata, com quartos e banheiros compartilhados. Além de gastar menos, o turista ainda conhece viajantes e pode treinar outros idiomas (além de ganhar um “guia turístico” e, quem sabe, uma hospedagem quando visitar o país dos “novos amigos”).

“Os hostels adaptaram-se ao viajante moderno, construindo ambientes divertidos, sociáveis e únicos para se ficar, equipados com uma estrutura de atendimento e tecnologia tão completas quanto as dos hotéis. São esses ambientes colaborativos e compartilhados que diferenciam um hostel de qualquer outro tipo de acomodação, além de diminuírem os custos”, defende um dos responsáveis pelo site de viagens Worldpackers Allan Formigoni.

Na casa de alguém. Outra alternativa é o CouchSurfing, onde pessoas dispostas a oferecer um espaço em sua casa para turistas se cadastram. O viajante dorme de graça e ainda tem uma convivência maior com um nativo. Dessa forma, acaba se inserindo na cultura local de uma forma mais intensa.

Acampar é uma possibilidade que deve ser considerada para quem está com o orçamento curto, mas essa opção não é válida para todos os destinos, pois é importante pensar na segurança e na estrutura que o local oferece.

Faça sua comida. Economizar com alimentação também ajuda. “Dependendo de quão apertado está o seu orçamento, você pode até considerar comprar um pequeno fogareiro e cozinhar sua própria comida”, ensina um dos administradores do site Viajo Logo Existo, Leonardo Spencer. “Se o dinheiro não estiver tão apertado, procure pelos restaurantes que as pessoas locais frequentam, ou opte por comer em restaurantes dentro dos mercados”, sugere.

O destino da viagem é importante. Segundo Spencer, geralmente os países da América do Sul são os que estão mais em conta. “O Peru pode ser uma ótima escolha, e a Argentina também está entre as melhores opções, já que o país está passando por uma crise cambial e a desvalorização deixou tudo mais barato”.

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