A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Começo a coluna de hoje ressaltando que meu apoio incondicional ao Cruzeiro não me impede de fazer críticas coerentes no momento certo, como agora, por exemplo. Dedé realmente não vem bem, e a torcida está na bronca, com razão, eu admito. Henrique caiu um pouco de produção e tem cometido erros. O mais fatal foi no jogo contra o Corinthians, porém, acho que parte disso é reflexo da ausência do primeiro combate na marcação, geralmente dado por Goulart e Everton Ribeiro. Acredito que nas próximas rodadas, com a volta deles, tudo se ajeitará. Não prevejo jogo fácil contra o Vitória, o rubro negro baiano vem de uma eliminação polêmica na Copa Sul-Americana e está mordido. O Cruzeiro deixará para trás os tropeços dos últimos jogos e voltará a encher o coração celeste de alegria. Temos orgulho de ser cruzeirenses.

Avacoelhada

Faltou poder de criação ao América no empate com o Paraná. O time americano, com muitos erros de passes, foi bastante competitivo, mas pouco ofensivo, até quando ficou com um jogador a mais, no segundo tempo. Apesar de a jogada do pênalti ter começado com uma finalização de Pablo da intermediária, nas poucas vezes em que o lateral-direito e Raul buscaram a linha de fundo, erraram os cruzamentos. Bruninho e Ricardinho mantiveram a improdutividade nas trocas de passes e nos complementos das jogadas. Andrei continuou ineficiente nos desarmes, nas finalizações de fora da área, e lento na saída de bola e na recomposição. Tchô, isolado pelo centro, criou pouco e finalizou sem perigo. Obina e, depois, Rubens não receberam assistências dos meias nem lançamentos dos laterais. Willians defendeu mais do que atacou. Magrão entrou para pegar ritmo.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Quem gostou da definição dos anfitriões nas semifinais da Copa do Brasil foram o Paulo e o Eduardo, meus amigos, gente fina demais da conta, de Lagoa Santa. Um abraço para eles. Eu também gostei do sorteio. Ainda guardava alguma dúvida sobre a real vantagem de se ter o segundo jogo em casa, pois, no caso de um revés na ida, normalmente é mais difícil inverter na volta. Mas, desde a Libertadores do ano passado, quando nosso time conseguiu virar placares incríveis, e, recentemente, com a virada em cima do Corinthians, eu estou convencido de que é melhor pegar o Urubu na volta. Com a torcida que nós temos, que sempre lota a arena e veste a camisa 12, mesmo que o improvável aconteça e tenhamos um placar difícil a superar, fica fácil. E tomara que Kalil decida levar o jogo para o Mineirão, nosso salão de festas, onde também ‘caiu, tá morto’. 

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