Depois de ser escondido por candidatos do PSDB, Aécio ganha espaço

Senador não teve destaque durante o primeiro turno, quando ocupava o terceiro lugar nas pesquisas e agora ganha destaque nas campanhas de segundo turno no Pará, Paraíba e Mato Grosso do Sul

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Depois de ser deixado de lado durante o primeiro turno, agora Aécio aparece ao lado de Reinaldo Azambuja na campanha estadual do Rio Grande do Sul
Reprodução
Depois de ser deixado de lado durante o primeiro turno, agora Aécio aparece ao lado de Reinaldo Azambuja na campanha estadual do Rio Grande do Sul

A chegada de Aécio Neves ao segundo turno das eleições e os levantamentos de intenção de voto apresentados nas últimas semanas, fizeram alguns candidatos do PSDB, que antes não davam destaque ao mineiro nas campanhas locais, mudarem de postura, informou a Folha de São Paulo.

Depois de, na reta final do primeiro turno, deixar o terceiro lugar nas pesquisas e garantir a disputa com Dilma, imagens e vídeos de Aécio foram resgatadas pelas campanhas estaduais onde o PSDB segue na disputa pelo governo.

No Pará a campanha de Simão Jatene, da mesma sigla que o senador mineiro, deixou Aécio de lado durante a primeira parte da campanha. Hoje a imagem do candidato a presidência estampa a página da internet da campanha paraense.

A situação se repete na Paraíba com Cássio Cunha Lima (PSDB), que enfrenta Ricardo Coutinho (PSB). A campanha chegou a recuperar uma gravação feita em agosto e que ainda não tinha sido usada, onde Aécio pede votos ao candidato. Coutinho é um dos membros do PSB que optou por contrariar a maioria do partido e anunciar apoio a Dilma Rousseff.

No Mato Grosso do Sul, Aécio figura ao lado de Reinaldo Azambuja na página da campanha tucana no Facebook, embora não tenha nenhuma referência a ele na entrada do site da campanha mato-grossense.

Os tucanos esperam que esta nova visibilidade ajude a conquistar votos nestes estados, principalmente no Pará e na Paraíba, onde Dilma ganhou com grande vantagem no primeiro turno, com 49,87% dos votos contra 25,85 e 49,97 contra 21,01, respectivamente.

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