Valdivia declara torcida por reeleição de Paulo Nobre

Chileno, que tem relação conturbada com o candidato da oposição, Wlademir Pescarmona, reforçou apoio durante entrevista coletiva

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Palmeiras já é campeão e garantiu o acesso à Série A, mas Valdivia está relacionado
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Palmeiras já é campeão e garantiu o acesso à Série A, mas Valdivia está relacionado

As eleições no Palmeiras acontecem somente no dia 29 de novembro, mas Valdivia já declarou seu candidato. Quer que Paulo Nobre, atual presidente do clube, seja reeleito. Durante a entrevista coletiva desta quinta-feira (16), o meia chileno disse duas vezes sua preferência para o pleito alviverde. "Torço para que o Paulo ganhe." Candidato da oposição, Wlademir Pescarmona se envolveu em polêmica com Valdivia no fim de 2010. Então dirigente, Pescarmona criticou o time após a derrota para o Goiás, que resultou na eliminação do Palmeiras da Copa Sul-Americana. Além disso, o diretor de futebol entregou uma cartilha ao meia com recomendações de como ele deveria se comportar no período de férias - algo que foi mal recebido pelo jogador. Apesar das divergências com Pescarmona, Valdivia não acredita que sua permanência no clube esteja ameaçada -caso o líder da oposição vença- e expressou o desejo de continuar no Palmeiras. Seu contrato termina em agosto do ano que vem. "Em um momento nós tivemos problemas, mas não vejo porque teria de sair se o Pescarmona for presidente. Quem for [presidente] tem de vir e fazer o melhor para o clube. Não vai ser ele contra mim ou eu contra ele. Quem for eleito tem de fazer o máximo possível para devolver o status que o clube tinha antigamente", defendeu o camisa 10. "Se o Pescarmona for eleito tem de vir pensando nisso também e não em apequenar o clube, ou pensar em uma briga particular comigo", acrescentou. Feliz no Palmeiras, Valdivia afirmou que não deixaria a equipe para jogar em um time rival e se mostrou disposto a conversar sobre um possível contrato por produtividade, se necessário. "Se for o desejo da diretoria renovar, vou ficar muito feliz, porque tenho reconhecimento das pessoas, carinho da torcida, do clube, dos jogadores e das pessoas que trabalham aqui." "Não sei ainda se no final do ano alguma proposta pode me tirar do Palmeiras. Até porque todas as declarações são de que não há jogador inegociável e que, dependendo da oferta, o clube tem de analisar se é bom vender", analisou.

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