A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Eu não costumo encher demais a bola de alguém, pois a qualquer momento ele pode decepcionar. Mas também não vou negar que os jogadores e, principalmente, a comissão técnica do Galo estão merecendo todo respeito pela maneira impressionante como o time vem conseguindo se reerguer e se reinventar a cada partida, haja vista as muitas dificuldades enfrentadas, sobretudo com os desfalques. A cada jogo são oito, dez, ou mais ausências. No jogo passado foram 13, e já aconteceu de haver 17 lesionados e/ou suspensos na equipe. E, com tudo isso, o Galo, neste ano, já ganhou a Recopa e faz uma ótima campanha no Brasileirão com chances reais de chegar à Libertadores. É claro que a Massa ainda quer a permanência na Copa do Brasil e, no mínimo, a ratificação da vaga na Liberta, mas, até aqui, nós reconhecemos que o melhor de Minas está honrando a tradição.

A voz Celeste

Saudações celestes, Nação Azul. Quero deixar claro aqui meu apoio ao Cruzeiro. Não sou corneteiro, jamais vaiei o maior clube de Minas e defendo ele até dos que o amam e, muitas vezes, movidos por uma raiva momentânea, não sabem o que falam. Somos líderes, atuais campeões brasileiros e temos tanta qualidade técnica que, se analisarem friamente, não perdemos pra nenhum adversário por total mérito deles. Sempre foi por uma falha capital nossa, seja individual ou coletiva. Faltando dez rodadas, em 2013, também demos algumas tropeçadas nessa etapa da competição, e fomos campeões. Vamos lá, Cruzeiro. Vamos ganhar do ABC, pela Copa do Brasil e do Vitória no Brasileirão. Entendo a indignação da torcida com as últimas atuações, pois eu também fico assim, porém, quem ri por último ri melhor! Como diz a música da nossa torcida “Seremos campeões, e não se esqueça!”.

Avacoelhada

Em vez da utilização de dois jogadores abertos pelos lados opostos e um isolado pelo centro, os três meias-atacantes do 4-2-3-1 ficaram mais próximos nos jogos contra Náutico e Portuguesa. A aproximação dos meias facilitou a troca de passes, a criação das jogadas ofensivas e o aproveitamento das oportunidades criadas. Nos sete gols marcados, seis foram por meio de lances construídos com a participação de Willians, Gilson, Renan Oliveira, Tchô e Obina. Destaque para a movimentação do Willians, finalizações do Gilson e oportunismo do Obina. Ainda assim, o time caiu de produtividade contra a Lusa, principalmente devido à queda de rendimento do Raul, do Andrei e do Tchô no segundo tempo. Raul deveria ter avançado mais e caprichado nos cruzamentos. Andrei precisa aumentar a velocidade, o número de desarmes e acertar mais passes e conclusões.

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