Mariana nas alturas

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barbara dutra
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32 aninhos de pura travessura e belezas várias. Vejam que coisa mais linda e cheia de graça, ainda com sotaque de Blumenau. E é inteligente esta flor da Bavária. Loura da Floresta Negra. Desfilou e fotografou para as maiores grifes do mundo, voltando pro nosso, graças a Deus. Mariana Weickert esteve em BH para o FFWMAG Fashion Tour, a convite do Paulo Borges, no Boulevard Shopping, onde conversamos com a gata.   

 

Mariana, que habilidades você levou das passarelas para a TV?

Não acho que tenham sido minhas habilidades como modelo, mas uma questão de personalidade. Alguém viu, gostou, achou que rendia e aí aconteceu.

O que lhe agrada mais, a vida de modelo ou apresentadora?

O que me dá mais prazer é o que eu faço hoje, senão continuaria como antes. São fases diferentes e, de certa forma, complementares. Estou muito feliz na Band, com o programa “A Liga”, e no GNT, com o “Vamos Combinar seu Estilo” e o “Desafio da Beleza”. Acho que estou completa, numa fase boa. Está tudo certo!

 

Quem faz televisão, mesmo se acordou de mau humor ou se passou mal, tem que parecer bem. Como você lida com isso?

Ah, isso é em todo trabalho, né? Se eu sou uma advogada, briguei com meu marido, mas hoje tenho que tratar com um cliente, vou ter que esquecer também.

Mas na TV você mostra a cara pra todo mundo...

Às vezes isso cansa, chego em casa esgotada. As pessoas falam – “Mas seu trabalho é tranquilo!”. E é tranquilo, só que é tanta pressão, tu és cobrada em tempo integral. Então, isso dá uma sugada. Ah, e o glamour que as pessoas imaginam é inexistente! Mas sou feliz, gosto muito do que faço.

 

No programa “A Liga”, você experimentou o Santo Daime, viveu um dia no presídio, outro com moradores de rua... Como é encarnar o personagem da matéria?

“A Liga” propõe justamente isso: a gente não reporta, vivencia. Por isso gostei tanto deste desafio. Sigo no meu segundo ano e já para assinar o terceiro porque a experiência realmente me completou. É muito enriquecedor este contato. Eu vivo na minha bolha, tu na tua, o outro na dele. Então é interessantíssimo tu poder estourar essa bolha e vivenciar os sentimentos alheios, as dificuldades, os prazeres...

E como conciliar três programas?    

É difícil. Às vezes faço jornada dupla, tripla. Posso começar às 8h no estúdio do GNT, ir até às 17h, correr pro São Paulo Fashion Week, ficar até às 23h; meia-noite ir pra “Liga”, acabar quase de manhã e virar. Haja energético!

 

Seu aprimoramento profissional caminha com sua evolução espiritual?

Com certeza! São coisas paralelas. Não consigo separar totalmente minha vida profissional da minha vida pessoal e espiritual. As três se complementam, as dificuldades e aprendizados de uma vão pra outra e assim a gente evolui, progride.

A brasileira é desencanada com beleza e estilo?

Ela é extremamente vaidosa, uma mulher exuberante, que gosta de se vestir bem, gosta de estar bonita, de cuidar do cabelo, da pele, gosta de se maquiar e chama muita atenção. Lá fora, quando a mulher fala que é brasileira, todo mundo já a acha linda, maravilhosa; porque ela se cuida, gosta de si mesma e, consequentemente, de moda.

 

Beleza é fundamental?

Ah, beleza é tão subjetiva. Não sou bonita nem feia pra todo mundo.

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