A praia de Paulo

iG Minas Gerais | Paulo Navarro |

No Boulevard Shopping, durante o FFWMAG Fashion Tour, o superintendente do mall, Daniel Vieira
Letícia Almeida/divulgação
No Boulevard Shopping, durante o FFWMAG Fashion Tour, o superintendente do mall, Daniel Vieira

Papo de moda

No bate-papo com convidados do Boulevard Shopping, dia 2, perguntamos como vai a praia de Paulo “São Paulo Fashion Week” Borges, a moda, claro. “A moda vive uma mudança de processos no mundo todo. Com a globalização, a tecnologia e a internet, a pirâmide virou de ponta-cabeça! Nos últimos anos, passamos a novas buscas. Como as coisas estão sendo e serão feitas? O que isso influencia na criação, na velocidade das escolhas? Por que os processos, aparentemente, ficam mais comerciais? Isso é bom ou não?"

A praia de Minas

Sobre a mineirada, que volta forte ao São Paulo Fashion Week – Inverno 2015, em novembro, fala Borges: “Desde o ano passado, temos feito uma reestruturação do line-up do SPFW, sempre buscando novos protagonistas da moda. Assim como nos esportes e nas artes, na moda é muito importante dar luz a eles. Procuramos, até pelas solicitações, este novo protagonismo mineiro. Então, temos a PatBo, Apartamento 03, GIG e continuamos com Ronaldo Fraga. Ano que vem, a Coven”.

A praia deserta

E mais: Borges conta que, atualmente, um dos maiores “concorrentes” da moda nacional são os aeroportos. Citando o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha: Em roupas, entra nas malas dos brasileiros o equivalente ao faturamento somado das cinco maiores empresas de fast fashion/varejo do país – Riachuelo, Renner, C&A Marisa e Pernambucanas.

A praia marcada

Não à toa, como falamos aqui na coluna, a Receita Federal faz marcação cerrada nas bagagens dos brasileiros que voltam do exterior. Lembramos que o chamado “custo Brasil” fez a indústria têxtil nacional perder a competitividade em relação à mundial. E a roupa brasileira está entre as mais caras do globo.

Sensatez compartilhada

Enfim, o Senado trabalhou bem e vai aprovar a lei que assegura a guarda compartilhada dos filhos do divórcio. Agora é o que deveria ser, tudo igual. Metade para a mãe, metade para o pai. O negócio é que, além da dolorosa separação, nem sempre consentida, amigável, é preciso preservar as crianças. Com esta mudança, cai a tradição dos filhos ficarem exclusivamente com a mãe. Nada mais justo. Casal separado, convivência fundamental com os pais garantida.

Moeda compartilhada

Ideal também seria compartilhar os gastos com a criação dos filhos, de acordo com a possibilidade de cada um. Isso melhora a relação entre pai, mãe e filhos. Filhos não podem ou devem virar moeda de troca entre pai e mãe. Vale o interesse da criança e a melhor convivência possível entre o ex-casal. Rotina saudável, concordância na educação dos filhos. Está finalmente provado que a harmonia e o equilíbrio garantem a paz, a ordem e o progresso.

Amor compartilhado

Em todo o Brasil, cursos ensinam casais separados a evitar brigas na presença dos filhos, sempre os maiores prejudicados pelas baixarias gritadas por pais e mães. Na pauta, como lidar com os maiores motivos de guerra: partilha de bens, pensão, guarda dos filhos e visitas. As mediadoras ensinam que a separação deve ser vista como entre o homem e a mulher e não entre pai e mãe, que sempre serão pais e amarão a criança.

Lança-perfume   Felicidades aos noivos Gabriela (Rita Maria e Marco Antônio Pepino) e Eduardo (Daniela Constança e Carlos Eduardo Vasconcellos), que se casam dia 8 de novembro, na Basílica de Lourdes, com recepção no Mix Garden.   Uma das maiores atrizes brasileiras, Nathalia Timberg vem a BH para dois espetáculos, comemorando 60 anos de carreira. Dia 19, com o monólogo “Paixão”, dirigido por Wolf Maia, no Sesc Palladium. E nos dias 25 e 26, com a Cia. Club Noir, no espetáculo “Tríptico Samuel Beckett”, na Mostra Cine Brasil Teatro e Música do Cine Theatro Brasil Vallourec.   Recentemente, tratamos aqui do crescente número de jovens que cometem suicídio em todo mundo. O Brasil não escapa desta tragédia. São cerca de 10 a 11 mil suicídios por ano, a maior parte na região sudeste. População de risco: jovens dependentes químicos, policiais, adolescentes grávidas, idosos, presidiários.    Segundo a psiquiatra Esther Baeta, não se deve esquecer a herança familiar: quem tem história de suicídio na família tem quatro vezes mais chance de se matar.    A prevenção não escapa do conhecido e do tradicional: aceitar o tratamento medicamentoso e psicoterápico, apoio familiar e do trabalho. Proporção: para cada três homens, uma mulher; consequência da depressão. E a tendência é aumentar.

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