Na semi começa 'um novo campeonato', avisa Sheilla

Campanha invicta na fase classificatória não ilude jogadoras do Brasil, que agora precisam manter os 10% para chegar ao título

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Divulgação/FIVB
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O Brasil encerrou a terceira fase de grupos do Mundial Feminino de Vôlei, nesta sexta-feira, com uma campanha total de dez jogos e dez vitórias. Mas nada disso vale daqui em diante. Afinal, neste sábado começa o mata-mata e a equipe tem a obrigação de vencer os Estados Unidos, na semifinal, se quiser continuar sonhando com um título inédito.

"Treinamos muito para chegar nesse momento. O time todo está bem tanto no físico quanto na técnica. Chegamos invictas na semifinal, mas agora começa um novo campeonato. Não podemos mais perder e temos que continuar fazendo o nosso jogo. Conhecemos os Estados Unidos e elas conhecem nosso time. Será uma grande partida", afirmou Sheilla.

A oposto, que vinha apagada neste Mundial, foi o destaque do Brasil na vitória sobre a República Dominicana, nesta sexta-feira, em Milão. O time da América Central ofereceu alguma dificuldade, principalmente no segundo set, mas ficou longe de ameaçar o poderio brasileiro.

"Começamos bem a partida. Sabíamos que seria um jogo difícil. A República Dominicana está jogando sem responsabilidade e fez grandes apresentações nesse Mundial. Conseguimos anular as principais jogadoras delas como a Bethânia De La Cruz e a Rivera e isso foi determinante para a vitória. Agora, já temos que pensar na partida semifinal contra os Estados Unidos", disse a levantadora Dani Lins.

A partida contra as norte-americanas está programada para às 12h30 de Brasília neste sábado, em Milão. A outra semifinal reúne a Itália, dona da casa, e a China. A decisão é no domingo e o Brasil, vice nos últimos dois Mundiais, não tem mais porque temer a atual bicampeã Rússia, eliminada no grupo de Itália e EUA.

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