Presidente indica acerto com a Penalty, mas alfineta empresas do ramo

Gilvan de Pinho Tavares afirma que fornecedoras de material esportivo não valorizam atual bom momento do Cruzeiro

iG Minas Gerais | GUILHERME GUIMARÃES |

ESPORTES - Apresentacao do novo uniforme da equipe do Cruzeiro. Toca 2. FOTO: Fernanda Carvalho/O TEMPO. 7/2/2014.
ESPORTES - Apresentacao do novo uniforme da equipe do Cruzeiro. Toca 2. FOTO: Fernanda Carvalho/O TEMPO. 7/2/2014.

O Cruzeiro não esconde mais que a Penalty está na frente das concorrentes na briga para fornecer, a partir do ano que vem, material esportivo e casual para o clube. Insatisfeita com a Olympikus, que desde 2012 cumpre o papel de confeccionar uniformes e roupas com a marca da Raposa, a diretoria azul não tem intenção de renovar o atual vínculo, justamente por problemas de logística e fornecimento de produtos.

Apesar de colocar a Penalty como favorita em assumir o uniforme celeste a partir de 2015, o presidente cruzeirense alfinetou as empresas que fornecem material esportivo no Brasil. Na visão de Gilvan de Pinho Tavares, mesmo com a grande evidência do Cruzeiro no cenário esportivo, falta valorização da marca do clube.

“Nós estamos próximos (de acertar com a Penalty), bem próximos, mas não está nada definido. Estamos com essa expectativa que os fabricantes de camisa possam enxergar que a marca do Cruzeiro está cada vez mais valorizada. A marca que está mais em evidencia hoje no Brasil é a do Cruzeiro. Esperamos uma proposta mais vantajosa para o Cruzeiro, porque para eles será muito bom estampar a marca deles na camisa do Cruzeiro.

Atualmente, a Penalty fornece material esportivo para o São Paulo, Santa Cruz, Figueirense e Ceará. O Tricolor Paulista não renovará seu contrato de fornecimento de produtos, o que motiva a própria Penalty em acertar com a Raposa. O atual contrato celeste com a Olympikus gira na casa dos R$ 8 milhões.

Leia tudo sobre: cruzeiroraposagilvan de pinho tavarespenaltyolympikus