Santa Catarina tem escola incendiada e um suspeito detido

Homem foi preso com galão de gasolina; ao menos três salas da escola foram danificadas.

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Uma escola foi alvo de ataque criminoso no bairro São Domingos, em Navegantes (114 km de Florianópolis), por volta das 21h30 dessa segunda-feira (6). Não houve feridos.

Segundo a Polícia Militar, criminosos atearam fogo na escola e fugiram. Ao menos três salas foram danificadas pelo incêndio, de acordo com a PM.

Em Criciúma (205 km de Florianópolis), policiais militares flagraram à noite um suspeito com um galão de combustível. Antes de ser preso pelos policiais, o suspeito jogou o galão de combustível no mato.

O Estado enfrenta desde o dia 26 de setembro uma onda de violência que atinge várias cidades. A maioria dos atentados foram contra prédios da polícia e casas de policiais, além de ônibus do transporte coletivo.

Desde o início dos ataques, dois suspeitos já morreram em confrontos com a polícia, segundo relatório da PM, e, em Criciúma -no sul do Estado-, um agente prisional aposentado também foi assassinado.

Nos ataques de 2013 um suspeito morreu. E nos de 2012 foram três, segundo a PM. Nos dois anos, a corporação registrou 182 ataques em 54 cidades.

Trinta e três homens da Força Nacional de Segurança já estão no Estado. Eles são encarregados de ajudar a polícia local em barreiras dentro das cidades e nas divisas com Paraná e Rio Grande do Sul.

Na tentativa de conter a onda de violência, o governo do Estado e o Ministério da Justiça também transferiram 20 suspeitos de comandar os atentados no sábado (4) de cadeias catarinenses para a penitenciária federal de Porto Velho (RO).

O delegado Procópio Silveira Neto, que investiga os ataques deste ano, disse que a ordem para a nova onda de violência partiu de presos catarinenses em Mossoró.

MESMA MEDIDA

A transferência de presos e o envio da Força Nacional de Segurança foram as principais medidas para conter a onda de ataques de 2013.

Em uma única operação, 43 suspeitos foram transferidos a penitenciárias de Mossoró (RN) e Porto Velho (RO).

 

Folhapress

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