Presidente do PT: Vitória de Pimentel seria boa credencial para Dilma

A avaliação foi feita pelo presidente nacional da sigla, Rui Falcão, após ter votado em um colégio eleitoral na zona oeste de São Paulo

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Fernando Pimentel já compareceu a sua zona eleitoral, na Escola Leopoldo de Miranda, no bairro Santo Antonio de Belo Horizonte
Fernando Pimentel já compareceu a sua zona eleitoral, na Escola Leopoldo de Miranda, no bairro Santo Antonio de Belo Horizonte

Com dificuldades em continuar na disputa pelos governos do Rio e em São Paulo, o PT considera a possibilidade de uma vitória em Minas Gerais no primeiro turno uma "boa credencial" para a campanha da presidente Dilma Rousseff, caso a eleição presidencial não seja resolvida neste domingo (5).

A avaliação foi feita pelo presidente nacional da sigla, Rui Falcão, após ter votado em um colégio eleitoral na zona oeste de São Paulo. "Minas foi o Estado em que um dos nossos adversários governou durante oito anos e fez um sucessor. Como a Dilma tende a ganhar lá e o nosso candidato também, acho que isso é uma boa credencial para o segundo turno caso seja ele o nosso oponente", afirmou, em referência ao senador Aécio Neves (PSDB), empatado tecnicamente com a pessebista Marina Silva nas pesquisas de intenção de voto.

Em Minas, o ex-ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel (PT) tem 54% dos votos válidos contra 37% do candidato de Aécio, o tucano Pimenta da Veiga. De acordo com Falcão, a expectativa do PT é de ganhar a eleição em quatro Estados no primeiro turno: além de Minas, Piauí, Acre e Mato Grosso do Sul.

Ele diz que, se eleito neste domingo, Pimentel trabalhará pela reeleição de Dilma. Durante a campanha, o ex-ministro evitou usar a imagem e nome da presidente em material de divulgação. "O Pimentel teve que fazer varias campanhas. Para ele, para senador, para a Dilma e para os deputados da proporcional. Com mais desenvoltura, com mais tempo, ele vai ter um papel decisivo no Estado", afirmou.

Para o presidente petista, a estratégia do PT no provável segundo turno deve se manter na apresentação de propostas, retrospectiva dos governos Dilma e Lula e críticas à gestão FHC -caso Aécio continue na disputa- ou "mostrar contradições" do programa de Marina. Folha Press

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