Brasil aposta no saque para bater Rússia no Mundial feminino

Uma vitória neste sábado já garante a classificação, independentemente do resultado do dia seguinte, quando enfrenta os Estados Unidos

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Brasil e Rússia fizeram a final das duas últimas edições do Mundial, ambas com vitória russa
FIVB/Divulgação
Brasil e Rússia fizeram a final das duas últimas edições do Mundial, ambas com vitória russa

A seleção brasileira feminina de vôlei enfrenta a Rússia neste sábado, a partir das 15 horas (horário de Brasília), em Verona, na Itália, precisando de uma vitória simples para garantir a classificação antecipada para a terceira fase do Mundial. E, segundo o técnico José Roberto Guimarães, aposta no saque para superar a sua principal rival nos últimos anos.

Brasil e Rússia fizeram a final das duas últimas edições do Mundial, ambas com vitória russa. Dessa vez, porém, a seleção brasileira está melhor posicionada na competição. Ainda invicta, ocupa o segundo lugar no grupo com 14 pontos, atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 15. Enquanto isso, a rival está na quarta posição, com 10 - a Sérvia, com 11, é a terceira.

Para o Brasil, uma vitória neste sábado já garante a classificação, independentemente do resultado do dia seguinte, quando enfrenta os Estados Unidos na última rodada da segunda fase. E, se ganharem, as brasileiras ainda podem provocar a eliminação da Rússia, desde que a Sérvia consiga derrotar as norte-americanas no outro jogo do dia, também em Verona.

Consciente do poderio russo e da enorme rivalidade que se criou entre as duas equipes nos últimos anos, Zé Roberto aproveitou a folga desta sexta-feira no calendário do Mundial para preparar as jogadoras do Brasil. Ele lembrou da importância do saque, para dificultar a recepção adversária, e também pediu atenção especial ao bloqueio e à defesa.

"A Rússia é sempre um time difícil de ser batido pela característica de jogo delas, com muitas bolas altas. O nosso saque terá que ser preciso e agressivo, porque as russas estão com dificuldade na recepção. No entanto, elas têm atacantes especialistas em bolas altas como a Gamova, que é muito versátil e a Kosheleva, que está fazendo um excelente campeonato. A nosso bloqueio e a defesa também terão que tocar nas bolas", avisou Zé Roberto.

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