Apesar de punição mínima, presidentes mineiros se dizem decepcionados

Rivais foram julgados nesta quarta-feira por incidentes no clássico do último dia 21; clubes foram multados em R$ 50 mil e punidos com um jogo cada

iG Minas Gerais | THIAGO NOGUEIRA |

Kalil e Gilvan acompanham apreensivos decisão do STJD
DANIELA LAMEIRA/STJD
Kalil e Gilvan acompanham apreensivos decisão do STJD

Os presidentes de Atlético e Cruzeiro deixaram o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decepcionados com a punição da perda de um mando de campo. Os rivais foram julgados nesta quarta-feira por incidentes no clássico do último dia 21.

“Saímos tristes, decepcionados. Éramos visitantes, não tínhamos a responsabilidade. Não gostei da pena. Para o clube, foi pesada. Pelo menos não foi a excrecência de portões fechados”, ressaltou Alexandre Kalil, em entrevista à Rádio Itatiaia.

Atlético e Cruzeiro terão que jogar a 100 km de distância de Belo Horizonte. A princípio, o Galo deve cumprir a perda contra o São Paulo, dia 12 de outubro, pela 28ª rodada, e a Raposa, dia 22 de outubro, contra o Palmeiras, pela 30ª rodada.

Além da postura do STJD, o presidente cruzeirense Gilvan de Pinho Tavares reforçou as críticas à Polícia Militar. “O tribunal e a procuradoria estão querendo atribuir aos clubes poder que eles não têm. A PM tem que ser obrigada a dar cobertura nos jogos sim, porque são eventos. Eles não podem tirar o corpo fora. O Ministério Público tem que atuar e a Justiça, punir”, afirmou o mandatário celeste.

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