DT9 rechaça ser o 'dono do time' e divide responsabilidade

Tardelli assume importância que tem no time, mas frisa que é necessário que todos os jogadores façam o mesmo

iG Minas Gerais | THIAGO PRATA |

Tardelli é um dos atacantes
BRUNO CANTINI/ATLÉTICO
Tardelli é um dos atacantes "soltos" à disposição de Levir Culpi

Se em 2012 e 2013, o Atlético era conhecido como o time de Ronaldinho Gaúcho, hoje é citado como a equipe de Diego Tardelli. Sem R10, o avante se tornou o principal destaque do time alvinegro, que vem crescendo no Brasileiro e vai embalado para o duelo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, às 22h, no Itaquerão. No entanto, DT9 não se considera o 'dono do time'. Para ele, cada atleta tem sua parcela de responsabilidade e faz parte de um conjunto com grandes pretensões até o fim da temporada. “Sei da minha responsabilidade, sei do que represento. Se eu não fizer o que venho fazendo, a cobrança aparece. Desde 2009, estou atuando bem e fazendo gols pelo Galo. É bom carregar esse peso, me dá mais motivação. O time tem o Tardelli, tem o Victor, tem muita gente. É bom dividir essa responsabilidade”, declarou Tardelli. O camisa 9 do Atlético lembra que cada jogador teve papel importante para ajudar o time a atingir o G-4 do Brasileiro e as quartas de final da Copa do Brasil, incluindo os mais jovens atletas. “Cada jogador tem uma responsabilidade muito grande. Claro que a carga de um Carlos e de um Victor é diferente. Mas cada jogador sabe de sua responsabilidade. Independentemente de ser jovem, os jogadores estão mostrando o por que de estarem no Atlético, como o Carlos e o Dodô. Todos em prol de um só objetivo, que é o título. Apesar da idade, todos já são experientes”, disse. Tardelli ressaltou ainda os méritos do time de ter encontrado uma maneira de jogar sem Ronaldinho Gaúcho. “Acho que o time tinha uma maneira quando o Ronaldo jogava e outra forma sem o Ronaldo. Aqueles jogadores que entraram deram conta do recado, como o Guilherme, o provável substituto do Ronaldo, e o Dátolo, que vem atuando muito bem também. O Ronaldo era referência, jogávamos em cima dele. Ele fez muito pelo Atlético e a gente conseguiu crescer também, mesmo sem ele”, comentou.

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