Capital inicial foi de R$ 50 mil

Logo depois, veio a produção de cartão para pagamento de ônibus, e, como esse cartão usa chip, Minhós resolveu fazer o encapsulamento do chip

iG Minas Gerais | Helenice Laguardia |

O fundador da LC Eletrônica, o paulista Marcelo Soares Minhós, era pesquisador do CNPq, aprendeu algumas tecnologias e resolveu transformá-las em produtos que não existiam no Brasil. O primeiro deles foi o display de cristal líquido, numa fábrica de 9 metros quadrados, em Santa Rita do Sapucaí, com dois funcionários. “Era eu trabalhando e minha esposa atendendo telefone”, lembra. O capital inicial foi de R$ 50 mil. “Foi capital próprio, tive que vender o carro para iniciar o negócio”.

 

Logo depois, veio a produção de cartão para pagamento de ônibus, e, como esse cartão usa chip, Minhós resolveu fazer o encapsulamento do chip. A partir de então, a produção tomou proporções maiores, e, atualmente, o encapsulamento é o maior produto que a LC tem. A escolha da cidade de Santa Rita do Sapucaí se deu após uma pesquisa. “Eu sabia que ia ser difícil começar a vender, então eu não podia ter muito custo”. E Minhós viu um Arranjo Produtivo Local (APL) forte, e uma estrutura que não ia demandar gastos para começar a fazer a empresa. 

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