A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Hoje é dia de Cruzeiro, dia de líder, dia de invasão celeste no Recife. É o maior de Minas cada vez mais perto do tetracampeonato. Fiz umas contas, e apenas oito vitórias nos separam do título brasileiro. E mesmo que sejamos punidos pelo STJD, perdendo mando de campo, acho difícil perdemos a taça. Temos que manter o foco, confiar no nosso comandante Marcelo Oliveira. E como não confiar? A Raposa lidera o campeonato desde 2013, é um domínio nacional que dura dois anos. Vou lembrar que o Cruzeiro não ganha dois campeonatos de ponta seguidos desde a Supercopa dos Campeões da América (1991/1992). Como eu disse, derrotas viram estatísticas, a taça levantada é que será lembrada por toda eternidade. Afinal, todos irão se lembrar da academia celeste que dominou o Brasil nesses dois anos.

Avacoelhada

Contra o Santa Cruz, Ricardinho deve ter outra chance para justificar a contratação. Talvez a troca de treinador influencie positivamente no rendimento do jogador. Com Givanildo, o atacante talvez seja mais produtivo e eficiente na troca de passes, nas assistências e finalizações. Júnior Negão é opção de centroavante, para finalizar as oportunidades criadas. Apesar de não terem participado de coletivos entre os titulares, Bruno Sávio e Rubens são alternativas para formar a dupla de atacantes. Preventivamente deveriam entrar durante no jogo se as condições da partida estiverem favoráveis. Leandro Guerreiro, Andrei, Renan Oliveira e Gilson precisam aumentar a velocidade de saída de bola a fim de facilitar a distribuição e envolver a defesa adversária. Pablo e Raul explorarem as jogadas de ultrapassagem pelos lados. Concentração no Marquinho.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O Galão está ficando expert em dar susto na torcida. Diante do Santos, tivemos mais uma vitória apertada de 3 a 2 depois de abrir uma boa frente no placar. Mas, como das outras vezes, não precisava passar tanto sufoco, bastava cadenciar o jogo, administrando a vantagem, e fazer o adversário correr atrás da bola, ao invés de se atirar todo à frente em busca de mais gols. Mas, também, temos que entender que jogando no Horto a natureza do Galo é atacar e buscar o gol a todo momento. Sufoco à parte, ao sapecar o Peixe, o Galão entrou no G-4, e tenho certeza de que é para não sair mais. E se o líder da competição bobear (o que é bem possível, já que é um time que conta mais com a sorte do que com a competência) e também a arbitragem parar de favorecê-lo, o melhor de Minas ainda pode brigar pelo título. Bica eles, Galo!

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