Em JF, Marina assume 'compromisso' de rever fator previdenciário

Presidenciável ainda afirmou que indústria brasileira vive condição de 'quase falência' e evitou falar sobre apoios no segundo turno

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva , durante encontro com lideranças sindicais na Casa de Portugal
ADRIANA SPACA/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva , durante encontro com lideranças sindicais na Casa de Portugal

Em campanha pelo interior de Minas, a candidata à Presidência da República Marina Silva (PSB), deu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (26). A ex-senadora falou sobre seus planos para a política externa do país, recusou falar sobre um possível apoio de Aécio Neves (PSDB) no segunto turno e assumiu compromisso em rever o fator previdenciário.

“Os trabalhadores, principalmente os aposentados, estão sendo prejudicados por uma série de fatores, mas a principal é o fator previdenciário, criado no governo do PSDB e mantido no PT” disse, afirmando que irá, junto com sua equipe, estudar e rever as 'injustiças'.

De acordo com Marina Silva, o fator previdenciário 'corrói' os salários dos trabalhadores e impede a aposentação. “Não é uma questão fácil, mas assumimos o compromisso de repará-la”.

Questionada sobre seus planos para a Indústria, ela afirmou que o setor, hoje, vive situação de 'quase falência' por causa de políticas e atitudes erradas do governo. Marina prometeu que irá dar apoio e 'incentivos necessários' para o ramo 'alavancar de vez'.

Foco no primeiro turno

Constando, segundo pesquisas de intenção de voto, em 2º lugar na corrida eleitoral, Marina Silva recusa dar previsões sobre de quem irá receber apoio caso a condição se confirme para o segundo turno.

“Minha atitude sempre foi, desde 2010, de muito respeito aos que estão concorrendo. Nunca tive a atitude de tratar alguma candidatura como linha auxiliar. Todas as candidaturas são regulares, então segundo turno a gente discute no segundo turno. Agora é hora de falar sobre nossas propostas”, disse, tentando não se referir ao nome do ex-governador Aécio Neves.

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