ONU denuncia venda de mulheres e meninas iraquianas como escravas

A organização recebeu também, denúncias de execução de mulheres no Mossul, segunda maior cidade do Iraque e que está sobre controle do EI

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

A ONU denunciou nesta quinta-feira (25), que meninas e mulheres iraquianas, da minoria yazidi, são vendidas como escravas, forçadas a casar e violentadas pelos membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI). Os extremistas sequestraram as vítimas para tomar o controle da área onde vivem, no norte do Iraque.

A organização recebeu também, denúncias de execução de mulheres no Mossul, segunda maior cidade do Iraque e que está sobre controle do EI.

Após um suposto "julgamento", as vítimas são assassinadas, disse o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Raad al Hussein.

Ele condenou o assassinato "brutal e a sangue frio" da ativista iraquiana Semeera Saleh Ali al Nuaimy, executada publicamente esta semana pela facção.

Nuaimy era advogada conhecida pelos esforços de promover os direitos da mulher. Ela foi torturada durante dias após ser sequestradas pelo grupo jihadista.

Zeid destacou que os fatos possuem "semelhanças entre o Estado Islâmico e outros grupos, como o Boko Haram, na Nigéria, que também tratam mulheres e meninas de uma forma abominável".  

 

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