A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. O maior clube de Minas não se abala por tropeços, até porque vimos que a derrota do gigante repercute mais do que a vitória dos pequenos,  e na próxima rodada ninguém se lembrará mais do ocorrido no último fim de semana. Afinal, o que será lembrado na história e o que será estatística? A taça levantada ou o ex-clássico? Estará escrito no rol dos campeões o nome do Cruzeiro Esporte Clube como o grande tetracampeão de 2014, e se não for (do que eu duvido muito) ainda assim seremos tri (66, 2003, 2013). O choro é livre no que diz respeito a questionar títulos. Para alguns (minoria, óbvio), vale a nomenclatura “Campeonato Brasileiro”, para o restante do país valem os títulos conquistados com méritos. Se para os pequenos é difícil alcançar um bicampeonato, imaginem a dificuldade que é ser tetra ou penta. Que venha o Coritiba! 

Avacoelhada

Na Copa do Brasil sub-20, América e Vasco disputam o jogo de ida, às 19h, na Arena do Jacaré. Sem Marcelinho, Williams, Addam, Renato Bruno, Renatinho, Bruno Sávio e Rubens, o Coelhãozinho foi derrotado pelo Atlético, no hexagonal do Mineiro. O processo de aproveitamento dos pratas da casa na equipe principal continua mal programado. Em vez de os atletas em formação só subirem quando atingirem a idade limite, o trabalho de refinamento precisa ser antecipado. Desde o primeiro semestre, os nascidos em 94, com os respectivos contratos renovados, deveriam ter participado dos treinos com os profissionais. No Mineiro 2012, Givanildo e Cláudio Prates também erraram no planejamento do desenvolvimento dos campeões brasileiros sub-20. O sub-14 enfrenta o Beagá, às 14h30, na Arena Santa Cruz, em Contagem.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Ainda sobre o último clássico, eu gostaria de pontuar alguns detalhes interessantes. A coragem que Levir Culpi demonstrou ao entrar em campo com apenas um volante de ofício foi uma atitude bastante audaciosa. Felizmente, deu certo, pois o próprio treinador do time rival declarou que o time deles ficou desorientado em campo. Também a magnífica partida que a zaga do Galo fez merece destaque. Jemerson e Leonardo Silva não perderam uma bola sequer. Especialmente as bolas aéreas, eles ganharam todas. E, por último, o que todos nós já sabemos: é impressionante como o time azulzinho treme ao ver o manto alvinegro. Pode ser no Mineirão, no “cemitério” do Horto, onde for, eles amarelam. E seja do jeito que for, estando o Galo inteiro ou desfalcado dos 11 jogadores, não importa, eles sempre vão respeitar. Bica eles, Galo! 

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