Partidos mostram força para eleger governadores e senadores

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A Arko Advice analisou pesquisas de intenções de voto para governador e senador em todos os Estados e chegou à conclusão de que o PMDB deve confirmar sua força como partido de base regional e eleger o maior número de governadores e senadores no país. Mesmo com o desgaste, sobretudo nos grandes centros urbanos, o PT também deve colher um desempenho positivo nas eleições estaduais. Quem deve perder relevância regional, ainda que Marina Silva se eleja presidente, é o PSB. O partido tende a apresentar um resultado bem inferior ao registrado em 2010, quando foi vice-campeão no número de governadores eleitos (seis). Entre os chamados “grandes partidos”, o PMDB elegeria hoje sete governadores. Esse número pode chegar a nove, já que em dois Estados os candidatos peemedebistas aparecem tecnicamente empatados com nomes de outras siglas. O PSDB tem condições de chegar a cinco governadores, podendo subir para seis. O PT deve eleger entre quatro e cinco, enquanto o PSB pode obter sucesso em duas disputas estaduais. O PMDB é o favorito em Alagoas (Renan Filho), Amazonas (Eduardo Braga), Espírito Santo (Paulo Hartung), Rio de Janeiro (Luiz Fernando Pezão), Rio Grande do Norte (Henrique Alves), Sergipe (Jackson Barreto) e Tocantins (Marcelo Miranda). Os candidatos do PSDB despontam com grandes chances em Goiás (Marconi Perillo), Paraíba (Cássio Cunha Lima), Paraná (Beto Richa), Rondônia (Expedito Júnior) e São Paulo (Geraldo Alckmin). O PT tem boas condições de vitória no Acre (Tião Viana), Mato Grosso do Sul (Delcídio Amaral), Minas Gerais (Fernando Pimentel) e Piauí (Wellington Dias). O PSB deve vencer no Distrito Federal (Rodrigo Rollemberg) e Pernambuco (Paulo Câmara). O PDT, no Amapá (Waldez Góez) e Mato Grosso (Pedro Taques). E o PP, no Rio Grande do Sul (Ana Amélia Lemos) e Roraima (Neudo Campos). O DEM está na frente na Bahia (Paulo Souto). O PCdoB, no Maranhão (Flávio Dino). E o PSD, em Santa Catarina (Raimundo Colombo). Com disputas acirradas com o PT no Ceará (Eunício Oliveira x Camilo Santana) e com o PSDB no Pará (Helder Barbalho x Simão Jatene), o PMDB pode eleger também os governadores desses Estados. O partido sairá da eleição com maior número de senadores, seguido por PSDB e PT. Lidera as pesquisas para o Senado nos seguintes Estados: Amapá (Gilvam Borges), Bahia (Geddel Vieira Lima), Mato Grosso (Gastão Vieira), Mato Grosso do Sul (Simone Tebet), Paraíba (José Maranhão) e Tocantins (Kátia Abreu). O PSDB está em vantagem: no Ceará (Tasso Jereissati), Minas Gerais (Antonio Anastasia), Paraná (Álvaro Dias) e Roraima (Anchieta Júnior). O PDT aparece na frente no Distrito Federal (José Antonio Reguffe) e em Rondônia (Acir Gurgacz). O DEM, em Goiás (Ronaldo Caiado) e Sergipe (Maria do Carmo). E o PSB, no Piauí (Wilson Martins) e Rio de Janeiro (Romário). O PT lidera no Rio Grande do Norte (Fátima Bezerra). O PP é o favorito no Acre (Gladson Cameli); o PTB, em Alagoas (Fernando Collor); o PSD, no Amazonas (Omar Aziz); e o PR, no Mato Grosso (Wellington Fagundes). As eleições para senador estão tecnicamente empatadas no Espírito Santo (Rose de Freitas/PMDB x João Coser/PT), Pará (Paulo Rocha/PT x Mário Couto/PSDB), Pernambuco (João Paulo/PT x Fernando Bezerra/PSB), Rio Grande do Sul (Olívio Dutra/PT x Lasier Martins/PDT), Santa Catarina (Dário Berger/PMDB x Paulo Bornhausen/PSB) e São Paulo (José Serra/PSDB x Eduardo Suplicy/PT).

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