Avacoelhada

iG Minas Gerais |

O confronto entre América e Joinville seria o chamado jogo de “seis pontos”, mas, devido ao julgamento sobre a irregularidade do Eduardo, passou a ser o duelo dos opostos. Enquanto o time catarinense busca a manutenção da liderança, o Coelhão estreia Givanildo no comando técnico, com objetivo de conquistar a vitória e encontrar a melhor formação, de acordo com as características da equipe. A improvisação de Adalberto na lateral direita poderá funcionar, se o atacante adversário tiver pouca velocidade. Ainda assim, a parte ofensiva ficará comprometida sem as subidas pelos dois lados. Para o desenho tático ficar mais bem distribuído, a utilização do 3-5-2 fortalece a marcação e aumenta a força ofensiva, com a utilização dos alas. É momento de os mais experientes valorizarem a posse de bola. Blitz no Itatiaia Rádio Bar, na rua Pium-i, 620.

A voz da Massa Saudações alvinegras! Ouvi o treinador do time azulzinho chorar que o resultado do último clássico foi injusto, que o time dele teve mais volume de jogo e coisa e tal. Era para ter sido assim mesmo, afinal, como eles mesmos se gabaram o tempo todo, estavam jogando “em casa” e tinham a torcida em maior número – o que não fez diferença nenhuma. E ainda por cima o Galo tinha 11 desfalques. Portanto, era para eles terem partido para cima mesmo. Só que se esqueceram de que no futebol o que vale é a bola dentro da casinha, e nisso o Galo foi cirúrgico. Um jogador deles disse que o resultado foi uma fatalidade, e foi mesmo! Se o Galo não tivesse sofrido o primeiro gol de bobeira, teria enfiado uma sacolada ainda maior neles. Concluindo, o resultado foi injusto, sim, pois o Galo poderia ter ganhado por um placar maior. Falou demais, agora aguenta! Aqui é Galo!

A voz Celeste Saudações celestes, nação azul. Quero começar a coluna expressando minha frustração pela derrota para o nosso principal freguês da era Mineirão. Com a derrota dos são-paulinos para os corintianos não muda nada a nossa condição, e só resta aos rivais comemorar, e muito, a vitória sobre o maior time de Minas. Éramos melhores na partida, dominamos o jogo por completo, e eles claramente mostravam que só iriam jogar no contra-ataque. O que eu acho disso? Perdemos para nós mesmos, nos nossos erros e pecamos muito nas finalizações, sendo cruelmente penalizados pela velha máxima do futebol de “quem não faz leva”. Vida que segue, e não vamos nos abater por isso. Hora de curar a ressaca do clássico, partir com tudo e de cabeça erguida para a próxima batalha. Não quero cornetar nem sou desses, mas, com Ceará no lado direito, não levávamos tantos gols.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave