Com Jesus a festa nunca acaba

iG Minas Gerais |

O Brasil experimentou um período de muita festa com a Copa do Mundo de 2014. Ela trouxe expectativas de muita alegria, ainda que, muitas vezes, essa festa tenha se tornado tão efêmera, passageira, pois, à medida que os times foram sendo desclassificados, surgiu a tristeza. Ao fim, uma única seleção foi campeã. Houve comemoração e, nos próximos quatro anos, haverá mais comemoração, mas, ao fim desse tempo, começará um novo processo para que outra Copa do Mudo aconteça. Assim como esse campeonato trouxe festa para o Brasil, o povo de Israel também tinha as comemorações deles. Durante o ano, aconteciam sete festas, e elas duravam dias, semanas e, em cada período de 50 anos, no quinquagésimo ano, acontecia o jubileu. Era um ano inteiro de festas. Os escravos eram libertos e os que haviam vendido suas propriedades, as recuperavam. Jesus amava as festas, Ele ia às festas de pessoas crentes e dos não crentes também. Sabe por quê? Porque festa faz parte da nossa estrutura. Jesus iniciou o ministério dEle aos 30 anos, em uma festa de casamento. “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galileia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele” (João 2.11). As pessoas têm um conceito tão errado de Deus; imaginam Deus como um velho de barbas brancas, navegando pelas nuvens, sentado num trono, tão distante, mas isso não é verdade. No céu existe muita festa, digamos uma festa interminável. No arrebatamento, no momento em que nos encontrarmos com o Senhor, haverá uma festa chamada Bodas do Cordeiro. Está registrado que Jesus haveria de ver o fruto do seu penoso trabalho e se alegraria (Is 53.11). A alegria do Senhor contagia. São miríades e miríades, um número incontável de anjos que se alegram. Deus é Deus de festa, Ele colocou o homem no Jardim do Éden, num lugar de delícias, onde havia tudo para que o homem se alegrasse. A festa descrita no capítulo 2 do evangelho de João se transformou em um paradigma para nós, porque a festa não pode acabar. Não existe nada que Jesus tenha feito que não tivesse planejado antes. Ele poderia ter começado o seu ministério ressuscitando mortos ou curando todos os enfermos, mas começou onde tudo começa, num casamento. Jesus foi à festa que transcorria normalmente. Havia alegria, abraços, comida, mas a bebida, que era o vinho, tinha acabado. E quando o vinho acabava, a festa também acabava. Porém, a festa com Jesus começa quando o vinho acaba. Guarde no coração isto: com a presença de Jesus, a festa não acaba. Então, para que ela realmente não acabe, é preciso invocar e cultivar a presença de Cristo. Quando buscamos a presença de Jesus, a festa continua. Jesus está presente no casamento, no trabalho, em nosso dia a dia, então, há festa. A presença de Jesus muda tudo, faz com que a festa não fique deteriorada. A presença dele é o que dá sentido à festa. Enquanto Jesus estiver presente há festa. Se o vinho acaba, Ele transforma a água em vinho. Sendo assim, tudo na festa depende da presença de Jesus. É pena que muitas pessoas façam festa, mas não convidam Jesus, pois, para elas, muitas vezes, a presença dEle é inconveniente. Para esses, se Jesus estiver presente não terá graça. Não poderão ouvir determinadas músicas, beber até cair, falar palavrões, enfim, não querem fazer tudo para honra e glória do nome dEle. Infelizmente, essas pessoas ainda não sabem que a presença dEle é que faz toda a diferença. Com Ele, uma simples comemoração se transforma numa mega festança. A tristeza se transforma em alegria. A presença do Senhor traz uma festa maravilhosa. A presença de Jesus sempre traz paz em meio às tempestades, santidade, segurança, prosperidade, vida e muito mais que o Senhor tem, infinitamente, mais para aqueles que o buscam de todo coração. Aleluia!

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