Carlos curte dia de herói após decidir o clássico para o Galo

Jovem avante falou de seu estilo de jogo que tem dado certo no Atlético e da parceria com Diego Tardelli

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Carlos destacou que já estava acostumado com clássicos pela experiência adquirida na base
BRUNO CANTINI/ATLÉTICO
Carlos destacou que já estava acostumado com clássicos pela experiência adquirida na base

Destaque do Galo na vitória sobre o Cruzeiro, no clássico desse domingo, o atacante Carlos caiu nas graças da Massa e é apontado como nova revelação do time alvinegro. Curtindo o dia de herói, o avante comentou sobre o início de sua trajetória como profissional e a parceria com o veterano e consagrado Diego Tardelli.

Conhecido por ter cheiro de gol, por suas atuações na base atleticana, Carlos provou que tem faro de artilheiro, mas mostrou outras habilidades. No clássico, ele se movimentou bastante e disse que tem preferido atuar deste modo, já que um centroavante 'tromba muito com os defensores grandalhões, e seu porte físico franzino o deixa em desvantagem.

“No júnior, preferia jogar como centroavante, porque os jogadores tinham o mesmo corpo que eu. Agora, no profissional, eu prefiro jogar pelas pontas, já que os adversários têm mais corpo”, disse, em entrevista à rádio Itatiaia.

Adaptado à exercer essa função, pelos lados do campo, ele destacou a dupla que tem formado com Tardelli, que também se movimenta muito e tem boa presença de área. Os dois tem revezado de papel nos jogos e, no clássico, deu muito certo, já que eles marcaram os gols da vitória de 3 a 2.

“Ontem (domingo) conversamos, trocamos muito, ele conversava comigo, falava para eu abrir quando ele ficasse na frente, e ele abria, mandava eu ir como centroavante e deu certo, tanto que vencemos”, citou.

Carlos não se intimidou no seu quarto duelo com o maior rival atuando na equipe profissional do Galo. A tranquilidade para encarar a pressão do jogo e ainda ser decisivo veio da base, como ele mesmo frisou. Foram muitos jogos contra o Cruzeiro, o que serviu de preparação para o atacante.

“O professor sempre disse para mim que no profissional seria igual ou mais fácil encarar os clássicos. Era só eu continuar correndo, me dedicando, que é o que eu faço”, concluiu.

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