Duas revelações em busca de uma tarde de consagração

Apesar da pouca idade, Alisson e Carlos despontam como nomes capazes de decidir o clássico

iG Minas Gerais | Thiago Prata |

Tem futuro. Carlos já começa a mostrar no profissional o talento apresentado na base
Divulgação
Tem futuro. Carlos já começa a mostrar no profissional o talento apresentado na base

Ao longo de mais de 93 anos, o maior clássico de Minas Gerais rendeu muitos dos episódios mais épicos da história do futebol brasileiro. Cada jogo envolvendo Cruzeiro e Atlético é um capítulo à parte dentro de um mundo de rivalidade que transcende os limites da razão. Um ídolo pode ser ainda mais ídolo se decidir um dérbi ou um jogador modesto pode virar um craque nem que seja apenas por um dia. Horas antes de uma partida dessa importância, torcedores dos dois lados fazem suas apostas de quem poderá ser o próximo rei do clássico. Curiosamente, jovens formados nas categorias de base de Galo e Raposa pintam como alguns dos principais candidatos à coroa na tarde deste domingo, a partir das 16h, no Mineirão, pelo Brasileiro.

Enquanto o meia-atacante Alisson surge como um dos pilares do setor ofensivo celeste, o avante Carlos desponta como uma das referências do ataque alvinegro. E para atingirem tais status, ambos os jovens tiveram de superar a forte concorrência de atletas experientes, que foram nomes fundamentais nas conquistas dos clubes no ano passado.

Pelo bom futebol mostrado nos últimos embates, com destaque para a visão de jogo e passes primorosos, Alisson colocou nada menos que Dagoberto e Willian, atletas importantes no título brasileiro de 2013, no banco de reservas.

Agora, ele espera cravar um lugar na história do clássico mineiro. “Fico feliz pela confiança e tento fazer meu melhor para ele (Marcelo Oliveira) e para o grupo. Vou aprendendo muita coisa com todos, que me ensinam muito. Quem for jogar vai cumprir bem a função e ajudar”, afirmou Alisson.

Já o avante Carlos se destacou nas partidas mais recentes do Galo, devido à velocidade e à técnica, o que foi crucial para se tornar titular, enquanto Guilherme e Jô, jogadores decisivos na conquista da Libertadores do ano passado, viram o camisa 13 aproveitar as chances.

“O Carlos é um atacante rápido, uma grande revelação. Um jogador de qualidade e que tem tudo para ser um grande centroavante”, comentou Tardelli. (Com Fernando Almeida e Guilherme Guimarães)

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