Escolha de prioridades define investimentos

iG Minas Gerais |

Caso o programa Corta Caminho seja totalmente implementado, poderá trazer benefícios para a cidade em termos econômicos e de mobilidade, segundo Silvestre Andrade, especialista em transporte e trânsito. “Reforçar ligações não radiais e criar alternativas de caminho tem tudo a ver com o desenvolvimento proposto para a cidade como um todo. É preciso ter vias mais preparadas para receber tráfico intenso e alternativas que não passem pelo centro”, defende.

Secretário adjunto de Planejamento Urbano da capital, Leonardo Castro afirma que a consequência imediata da expansão do programa seria a redução no tempo de viagem para o transporte motorizado. “Outro desdobramento possível é o estabelecimento de ligação direta entre dois ou mais pontos da cidade separados por obstáculos físicos”, acrescenta.

Andrade pondera que investimentos em mobilidade são definidos conforme a escolha de prioridades, que incluem quesitos como o transporte público. Concluir o programa depende de uma discussão de prioridades orçamentárias, diz. (BF)

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