Campanha discute ‘perfis’ para Fazenda

iG Minas Gerais |

Brasília. Pressionada a adotar uma estratégia mais amigável ao mercado, mas sem renunciar ao “apetite” desenvolvimentista, a presidente Dilma Rousseff (PT) já começou a definir os direcionamentos da política econômica para um eventual segundo mandato.

Assessores ligados à Presidência afirmam que justes importantes serão feitos na condução da economia no campo fiscal, de infraestrutura e cambial. Depois de oito anos e seis meses de Guido Mantega, o Ministério da Fazenda trocará de mãos, como já antecipou a presidente.

Embora Dilma proíba qualquer discussão na campanha quanto a nomes de substituto, o próprio governo avalia algumas propostas. Uma delas seria a colocação de um empresário para comandar a Fazenda, num plano que seria amarrado com a elevação do Ministério do Planejamento para a linha de frente macroeconômica.

“Dividir um pouco o poder e colocar duas vozes com força para defender a economia” seria o objetivo, conforme um assessor.

Há na campanha e no Planalto a visão de que o governo deve apresentar em 2015 um esforço de recursos muito inferior, na faixa de 1% a 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta é considerada “realista”.

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