O correto adormecer nos leva a um sono mais tranquilo

iG Minas Gerais |

Equipe Divina Madre
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Quando nos deitamos e nos preparamos para adormecer, o nosso eu interno – núcleo profundo do nosso ser – vai reunindo todas as energias disponíveis, levando-as para uma região especial do nosso corpo: o centro cardíaco, no centro energético do nosso tórax. É importante acompanhar esse movimento para nos interiorizarmos e partirmos para um sono tranquilo, na direção de níveis mais profundos. Quando seguimos esse movimento do nosso eu interno, de recolhimento, os pensamentos que passam pelo cérebro devem ser silenciados ou transformados em algo bom, positivo. Também devemos procurar relaxar e equilibrar nossas emoções, enquanto o corpo físico se prepara para repousar. Quando o corpo físico e o cérebro dormem, a alma fica recolhida em seu próprio nível de realidade, que é a quarta dimensão, um plano sutil, elevado. Desse plano, a alma pode, ou não, enviar impressões para a personalidade. Para isso ocorrer, os corpos da personalidade – como o mental e o emocional – devem estar em repouso. Assim as mensagens da alma podem atravessá-los e chegar até o cérebro físico. Desse modo, quando o corpo acordar depois do sono, terá registrado no cérebro o que a alma enviou. Se não houver esse relaxamento, o cérebro físico continuará registrando o que acontece em torno, como os ruídos do meio ambiente. Se, no processo de relaxamento percebermos que preocupações do dia ainda nos acompanham, poderemos usar o recurso de recapitular o que se passou naquele dia, porém, ao inverso: a partir do último fato acontecido, até chegar ao primeiro, quando despertamos. Tal revisão deve ser calma, atenta e imparcial, para que não haja novos envolvimentos com fatos já vividos. O efeito prático desse trabalho é que toda a narração do dia desenrola-se no cérebro, como episódios de um filme, e acaba se liberando. Isso equivale a livrar o mecanismo cerebral dessas recordações que têm o poder de estimulá-lo durante a noite e fazê-lo continuar funcionando, produzindo os chamados sonhos cerebrais, que não têm valor. Algumas pessoas adormecem durante essa recapitulação, o que não terá importância, desde que a intenção tenha sido a de completá-la. Essa boa intenção é projetada para dentro do sono, e o processo da recapitulação pode prosseguir quando já se está dormindo. Às vezes isso nem sempre é consciente. Tudo isso serve para mostrar quanta ressonância tem nos planos subjetivos a nossa última intenção antes de adormecer. Seria bom que, ao adormecer, atingíssemos logo, com a consciência, zonas mais profundas do nosso ser. Há uma técnica direta que pode ser usada não só para nos lembrarmos do que se passou à noite, mas também para atravessarmos rapidamente os níveis intermediários. A técnica consiste num cuidado especial para com aquele momento-limite que antecede o adormecer, momento em que não estamos nem acordados, nem dormindo, em que vamos perdendo a consciência e entrando num estado onírico. Aí, o último pensamento do consciente deve ser positivo, imbuído da vontade de ir para um nível bem alto, superior. Um pensamento que seja a afirmação de um mundo espiritual. Isso determina uma vida de sonhos mais madura. Outro ponto a ser considerado é o horário de dormir. É bom ter um horário fixo, regular, rítmico. Lembremo-nos de que o subconsciente é cheio de ritmos, e se estabelecemos mais algum voluntariamente, ele o absorverá bem. Para conhecer as obras do autor, acesse www.irdin.org.br ou www.comunidadefigueira.org.br.

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