Eu topo. E você?!

iG Minas Gerais |

O mundo, às vezes, joga duro com todos nós. Há injustiças e questões sociais que, infelizmente, passam todos os dias diante dos nossos olhos. Há desgastes por todo lado. No trabalho, nas amizades, na família, nas relações. Sobram asperezas e falta cuidado com a esfera mais íntima de cada um: os sentimentos. Há perdas cortantes. Quebras de sonhos, histórias que ficam pelo caminho, partidas eternas. Há desilusões pessoais e amorosas, que caem sobre nossos ombros, alheias à nossa vontade. Há atropelos de etapas fundamentais, pela moeda mais valorizada ultimamente: tempo. Tempo virou um desses argumentos curinga que parecem respaldar tudo aquilo que não deveria acontecer. Não há tempo para superar um momento difícil. Nem para a conquista que vai seduzindo aos poucos. Nem para os prazeres simples, como andar descalço na grama, sentar numa praça num dia qualquer. Há posturas rudes por todos os cantos. Não só no trânsito ou em alguns serviços públicos elementares. Mas, surpreendentemente, entre pessoas que convivem diretamente umas com as outras. Por opiniões divergentes, por orientações sexuais diferentes e até mesmo por meras bobagens, como postagens e comentários em redes sociais! Por tudo isso, temos uma importante missão e um grande desafio. Por meio do nosso jeito de pensar e das nossas atitudes, temos que tornar o mundo mais gentil, mais afetuoso, mais doce. Um mundo cheio de amor e atenção. Onde leveza seja lema e a gente possa se deparar com atitudes carinhosas a todo instante. Um mundo com mais sorrisos e menos arrogâncias. Mais elogios e menos críticas ácidas. Mais papos construtivos e menos discussões improdutivas. Um mundo com mais música, mais dança, mais alegria. Com mais abraços apertados que acenos com a cabeça. Mais beijos apaixonados que selinhos. Mais surpresas boas que chatices rotineiras. É utópico tudo isso? Claro que sim! Mas todo grande feito da humanidade surgiu a partir de um desejo grande de realizar algo que, antes de acontecer, parecia impossível. Seria muita pretensão pensar que eu e você podemos mudar o mundo. Mas temos o privilégio de poder mudar uma pequena parte do mundo a nossa volta. E, ao fazermos isso, o impossível fica um tiquinho de nada menos impossível. Eu topo fazer a minha parte. E você, entra nessa comigo?! Jack Bianchi é fundador da Humana.Mente (facebook.com/HumanaMente.Brasil), produtora especializada em conteúdo sobre comportamento

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