Parecidos não nutrem laço especial

iG Minas Gerais |

Montreal. Em outra parte do estudo, Nancy Segal fez uma parceria com o cético Ulrich Ettinger, psicólogo da Universidade de Bonn, na Alemanha. “Eu pensei que se duas pessoas fossem parecidas, elas teriam traços de personalidade similares porque as pessoas as tratariam da mesma maneira. Por exemplo, eu achava que homens parecidos que fossem altos e bonitos provavelmente seriam extrovertidos”, disse ele.

As análises foram consistentes com as descobertas de Nancy: os traços de personalidade não parecem ser influenciados pela forma como as pessoas são tratadas em decorrência de sua aparência. E revelaram que pessoas parecidas não nutrem nenhum tipo de laço especial.

Helen Fisher, antropóloga biológica da Universidade Rutgers, que tem uma gêmea idêntica, elogiou o estudo, dizendo que ele tratava diretamente das razões que levavam as pessoas a se unirem. “Até mesmo nos casos em que as pessoa são absolutamente idênticas, não existe atração natural, o que ajuda a comprovar que existe uma razão biológica para a afinidade”. (DL/NYT)

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