Queda na oferta pode gerar inflação

iG Minas Gerais | Queila Ariadne |

Janaúba e Matias Cardoso. Como o racionamento ainda não começou, é difícil mensurar as perdas, mas já dá para imaginar o que acontecerá. “Se faltar água, o produtor não vai produzir, vai ficar endividado e não terá como pagar ao banco porque não terá recursos para investir. O reflexo será sentido nos preços”, afirma o diretor da Associação dos Produtores de Limão do Jaíba (Aslim), Cláudio Dykstra.  

O presidente da Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte), Jorge Luís de Souza, admite que a situação é preocupante e destaca que a redução da água afetará a qualidade das frutas. Mas afirma que ainda é muito cedo para falar de impactos inflacionários.

“Se falta em um lugar, outro vai fornecer. O país é tão grande que demora para esse efeito de preço chegar ao consumidor. Mas, do ponto de vista regional, é um desastre”, diz Souza. 

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