Retirada forçada de escoras é erro grave

A Sudecap afirmou, por nota, que, do projeto à execução da obra, manteve pessoal próprio ligado à fiscalização, e que esse trabalho está registrado nos Diários de Obras

iG Minas Gerais | Cinthia Ramalho |

O fato de as escoras que sustentavam o viaduto Batalha dos Guararapes terem sido retiradas de maneira forçada é considerado um erro tão grave quanto o erro do projeto, na análise dos peritos que produziram o laudo. O documento destaca que a equipe que retirou o escoramento deve ter encontrado “dificuldade anormal” diante das falhas que a estrutura possuía.  

“Diante dessa situação, a atividade de descimbramento (retirada das escoras) deveria ter sido interrompida e comunicada imediatamente a um engenheiro calculista”, apontou o laudo.

A Sudecap afirmou, por nota, que, do projeto à execução da obra, manteve pessoal próprio ligado à fiscalização, e que esse trabalho está registrado nos Diários de Obras. A Cowan informou que recebeu o laudo oficial nesta quarta e está analisando o documento. Já a Consol alega que a análise feita por ela condiz com a da perícia, e que a falha de transcrição do cálculo não foi causa determinante na queda da estrutura. 

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