A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. O Cruzeiro tem pela frente o Atlético-PR, 11º colocado, o que não diminui a dificuldade da partida. Continuo ressaltando a nossa força no Mineirão para superar mais esse obstáculo. Outro reforço importante é a volta do volante Henrique, que eu vejo como o principal jogador no sistema defensivo celeste. Aproveito também para usar meu espaço e sair em defesa de dois ídolos: Fábio e Dedé. Depois do jogo contra o São Paulo, percebi a insatisfação de muitos por mais um gol de Rogério Ceni no Cruzeiro. Mas o gol de falta de Giovanni na final da Copa do Brasil de 2000 deixou uma cicatriz muito mais dolorida na história do próprio Rogério. Sobre Dedé, acho desnecessários certos comentários. Mesmo que tenha falhado, é um baita zagueiro e tricampeão brasileiro com o manto sagrado cruzeirense. Tem crédito. Força, Cruzeiro!

Avacoelhada

Para grande parte da torcida americana, a diretoria deve demitir Alexandre Faria. Isso é um desejo antigo. Ele entrou no lugar de Alexandre Mattos, que foi para o Cruzeiro e beneficiou bastante o futebol do rival. Desde a criação do cargo de superintendente no Coelho, o efeito colateral de parcerias de outros clubes com Eduardo Uram foi repetido. Até os campeões brasileiros sub-20 perderam espaço para contratados pouco qualificados e com salários mais elevados. Matheus só entrou no time porque Neneca estava em má fase. Além da segunda pior campanha da história do Mineiro, o desempenho abaixo do esperado nas competições, a venda de Rodriguinho durante a Série B, a troca de técnicos e as 82 contratações são algumas falhas executivas desta gestão. Perder pontos por desconhecimento do regulamento é um típico erro de amadorismo.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Parece contradição, mas ficar de fora até do banco de reservas contra o Grêmio pode ter sido bom para Jô. Isso pode fazê-lo refletir sobre os erros que vem cometendo em campo e se esforçar para voltar a balançar as redes. Só que de nada vai adiantar Jô voltar a marcar, os jogadores fazerem tudo certinho, mas a turma do apito continuar metendo a mão no Galo. Já é a segunda vez seguida que somos afanados em campo por esses gatunos. Primeiro foi o gol impedido que sofremos na derrota para o Corinthians, e agora o gol de Luan contra o Grêmio, no qual só o juiz viu uma falta e anulou. Kalil precisa tomar uma providência, e não adianta só ficar reclamando na imprensa, tem que ir à CBF, protestar, levar gravação, mostrar imagens, seja o que for. O que não pode mais é esses homens de preto continuarem fazendo o que quiserem com o Galo.

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