A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete, Felipe Soutto e Dátolo; Luan, Carlos e Tardelli. Se fosse eu o treinador do Galo, escalaria esse time para enfrentar o Grêmio daqui a pouco, no Horto. O porquê da entrada de Douglas Santos na vaga de Emerson Conceição é simples: qualquer lateral que o Galo tenha no elenco certamente tem mais qualidade que Conceição. A entrada de Fellipe Soutto é porque ele tem mais qualidade no passe e mais visão de jogo. Por último, Carlos no lugar de Jô: entendo que, por conta do enorme período sem fazer gols, Jô vem mostrando estar sem confiança, ao contrário de Carlos, que passa por um bom momento e está cheio de motivação. Ora, eu não sou o treinador, e talvez tenhamos um time bem diferente. Mas, seja quem for, a vitória é inadiável.

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Hoje é o dia de entrarmos em campo com o maior de Minas, com os corações apaixonados torcendo por uma vitória importante contra o São Paulo. Muitos me disseram que o tricolor paulista é uma pedra no nosso sapato, porém, eu tenho doces lembranças do nosso adversário desta tarde. A grande final da Copa do Brasil de 2000. Que o Cruzeiro entre em campo com sua tradição de guerreiro dos gramados e que essa batalha seja jogada e vencida de maneira gloriosa. Lembrando que um empate fora de casa também é um resultado positivo. Isso porque, dentro de casa, na Toca 3, o Cruzeiro tem um retrospecto impecável. Enfim, entram em campo hoje duas escolas máximas do futebol nacional, num verdadeiro clássico brasileiro, que está apimentado com o clima de decisão devido às circunstâncias atuais do campeonato. Vamos, Cruzeiro!

Avacoelhada

 “À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta.” Independentemente de perder ou não pontos de acordo com a decisão do STJD, só a dúvida sobre a possível irregularidade da utilização de Eduardo representa uma grande falha administrativa. Mais uma evidência da necessidade de mudar o que precisa ser mudado. Entre outras ações, reestruturar o organograma; definir funções de acordo com os cargos, para evitar o acúmulo de tarefas; e criar metas de desempenho. A proposta do cargo de superintendente ser transformado em diretor executivo, desvinculado do futebol, é antiga. Nesse caso, seriam criadas coordenações, técnica e administrativa, a fim de gerir o futebol. Os três cargos no mesmo nível hierárquico e subordinados ao conselho administrativo. Aliás, a anunciada consultoria do Sebrae não apresentou resultados práticos. 

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