Ato contra morte de homossexual reúne 400 em SP, dizem ativistas

Em um microfone, diversas pessoas manifestam seu repúdio à homofobia e fizeram exigências, como a legalização do casamento gay, a adoção de crianças por casais homossexuais e criminalização da homofobia

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

João Antônio, 18, foi morto supostamente por ser gay, em Goiás
Reprodução Facebook
João Antônio, 18, foi morto supostamente por ser gay, em Goiás

Um ato em memória do jovem homossexual João Antônio Donati,18, reúne na noite deste sábado (13) cerca de 400 pessoas, segundo os organizadores, e 100, de acordo com a PM, no largo do Arouche, região central de São Paulo.

Em um microfone, diversas pessoas manifestam seu repúdio à homofobia e fazem exigências, como a legalização do casamento gay, a adoção de crianças por casais homossexuais e criminalização da homofobia. Donati foi encontrado morto com hematomas no rosto e sacos plásticos na boca nesta quarta-feira (10) em Inhumas, região metropolitana de Goiânia.

Neste sábado (13), a Polícia Civil de Goiás descartou que a morte tenha sido motivada por homofobia. Segundo a polícia, um lavrador de 20 anos preso na sexta-feira (12) confessou e disse que o crime ocorreu após um desentendimento entre os dois.

No ato estiveram presentes o cartunista Laerte e o candidato do PV à presidência, Eduardo Jorge. O presidenciável falou em apoio ao movimento LGTB ao microfone.

As pessoas presentes seguram faixas contra a homofobia, fotos de Donati, velas e bandeiras nas cores do movimento gay. O grupo afirma que irá fazer uma caminhada ainda esta noite subindo a rua da Consolação até a avenida Paulista com a rua Augusta.

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