Marcelo Oliveira rechaça salto alto e revela conversa no vestiário

Gol marcado por Rafael Miranda no primeiro tempo mudou todo o cenário do jogo e a Raposa precisou mostrar, mais uma vez, seu poder de reação

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Esportes - Belo Horizonte  / BRASIL
Cruzeiro x Bahia partida valida pelo campeonato brasileiro valido pela 20 rodada.

Foto: Uarlen Valerio/ - 11-09-2014
Uarlen Valério
Esportes - Belo Horizonte / BRASIL Cruzeiro x Bahia partida valida pelo campeonato brasileiro valido pela 20 rodada. Foto: Uarlen Valerio/ - 11-09-2014

Na vitória sobre o Bahia por 2 a 1, em duelo realizado na noite desta quinta-feira, no Mineirão, o Cruzeiro encontrou dificuldades para encaixar o seu jogo. No entanto, na segunda etapa, a equipe foi para o abafa e conseguiu dominar o time tricolor após um questionável pênalti e a expulsão do zagueiro Titi. Everton Ribeiro abriu o caminho para o triunfo e Ricardo Goulart selou mais três pontos para a Raposa, que segue líder isolada do Brasileirão, sete pontos à frente do vice-líder São Paulo.

Após a partida, o técnico Marcelo Oliveira destacou as dificuldades oferecidas pelo rival baiano. O gol marcado por Rafael Miranda no primeiro tempo mudou todo o cenário do jogo e o Cruzeiro precisou mostrar, mais uma vez, seu poder de reação. 

"Aqui no Mineirão se você faz o gol primeiro, o jogo muda completamente. O que modificou foi o gol do adversário. Isto permitiu a eles seguir com firmeza na proposta que tinham traçado. Mas conseguimos superar estas dificuldades no segundo tempo, só não gostei do nosso fim de jogo. Era para tocar, girar a bola, tivemos a oportunidade para ampliar, mas acabou sendo um placar apertado, para dar um drama no final", afirmou Oliveira.

O treinador também rechaçou qualquer tipo de "salto alto" tendo em vista a posição das duas equipes na tabela de classificação. 

"Isto não nos contaminou, temos um grupo muito unido e maduro. O Bahia é um time novo, com um novo técnico, já tem apresentado melhorias, que marcou muito bem, combinando com erros técnicos do Cruzeiro no primeiro tempo. Nós alertamos muito a respeito disto, as próprias rodadas que antecederam mostraram muitas surpresas", disse o comandante, que também destacou a conversa no vestiário como um dos momentos cruciais para a mudança de postura na etapa complementar.

"Em resumo, foi a cobrança de um time que estava muito ansioso, afoito e que teria que marcar melhor o adversário. Passamos a confiança de que sempre é necessário mudar alguma coisa, mas sabíamos que nos 45 minutos poderíamos fazer os gols necessários", concluiu.

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