Pimentel faz campanha na região Centro-Sul de BH

Datafolha confirma favoritismo de candidato petista e revela que 35% dos eleitores mineiros estão indecisos

iG Minas Gerais | DANIEL POLCARO |

Pimentel é confirmado como candidato ao governo de Minas pela aliança entre PT e PMDB
Uarlen Valério
Pimentel é confirmado como candidato ao governo de Minas pela aliança entre PT e PMDB

O candidato pelo PT ao Governo de Minas, Fernando Pimentel, faz campanha no final da manhã desta quinta, 11, no bairro Serra, região Centro-Sul de Belo Horizonte. O principal concorrente, Pimenta da Veiga (PSDB), participa de encontro com jovens em hotel da capital às 19 horas, juntamente com o presidenciável Aécio Neves e o candidato a senador Antonio Anatasia.

De acordo com pesquisa Datafolha publicada nesta quarta, 10, Pimentel lidera a disputa com 34% das intenções de voto contra 23% do tucano. Na comparação com o último levantamento, os candidatos oscilaram dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A vantagem de Pimentel, que chegou a 13 pontos em agosto (29% a 16%), antes do início do horário eleitoral, caiu para oito na semana passada (32% a 24%) e oscilou para 11 pontos agora.

Após três semanas de propaganda eleitoral, um terço dos eleitores mineiros está sem candidato (35%). Indecisos somam 26%, mesmo índice da semana passada, e quem pretende votar branco ou nulo são 9%. Tarcísio Delgado (PSB) tem 3%. Eduardo Ferreira (PSDC) e Fidélis (PSOL) marcaram 2% cada um. Professor Túlio Lopes (PCB) e Cleide Donária (PCO) somaram 2%.

A pesquisa ainda aponta que Pimentel ganha em um eventual segundo turno do pleito com 42% das intenções de voto. Pimenta fica com 29% dos votos. Brancos ou nulos somam 9%, e 20% dos entrevistados estão indecisos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número MG-00080/2014.

Rejeição

O desempenho do tucano Pimenta, que continua atrás do PT desde o início da disputa, motivou mudanças na campanha do PSDB, que partiu para o ataque.

Pimenta, com 12% de rejeição, usou o programa eleitoral para atacar Pimentel (9% de rejeição) por fatos como a recessão econômica e o caso dos desvios financeiros na Petrobras.

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