Bachelet ordena rigor contra autores de atentado no Chile

A presidente do Chile conduziu uma reunião nesta terça (9) para definir como será o plano para a polícia prender os responsáveis pela explosão de uma bomba em um restaurante fast-food em Santiago na segunda (8)

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Police officer direct the curious away from a blast site as fire fighters stand by, at a subway station in Santiago, Chile, Monday Sept. 8, 2014. A bomb exploded in the Chilean subway station injuring at least seven people, the most damaging in a string of bombs planted around the country's capital this year. (AP Photo/ Luis Hidalgo)
AP
Police officer direct the curious away from a blast site as fire fighters stand by, at a subway station in Santiago, Chile, Monday Sept. 8, 2014. A bomb exploded in the Chilean subway station injuring at least seven people, the most damaging in a string of bombs planted around the country's capital this year. (AP Photo/ Luis Hidalgo)

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, conduziu uma reunião nesta terça (9) para definir como será o plano para a polícia prender os responsáveis pela explosão de uma bomba em um restaurante fast-food em Santiago na segunda (8). O último balanço aponta que 14 pessoas ficaram feridas no atentado.

Bachelet recebeu um conselho de segurança que inclui diferentes polícias, Ministério Público e o presidente da Suprema Corte do Chile e afirmou que irá apressar a revisão da lei antiterrorismo na legislação, pois considera que há pontos que o texto não aborda e que dificultam uma "resposta mais eficaz" das autoridades.

A presidente também determinou um reforço na rede de metrô -o restaurante ficava ao lado de uma estação- e outros lugares que recebem muita gente e pediu uma coordenação maior de diferente polícias e organismos de inteligência. Segundo o procurador-geral Alberto Ayala, falta esse tipo de coordenação atualmente.

A orientação de Bachelet aos subalternos foi para reagir duramente: disse que vão aplicar todo o rigor da lei, que não vão permitir que um grupo pequeno de terroristas e covardes afetem a vida da grande maioria e pediu um momento de unidade no país.

O ministro do Interior e da Segurança Nacional, Rodrigo Peñailillo, afirmou que o Ministério Público terá uma verba extra para essa investigação. Na segunda à noite o governo confirmou que a mãe de Bachelet estava na região onde houve a explosão da bomba, mas não foi atingida pelo ataque.

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