Dinheiro abastece criminalidade

iG Minas Gerais | Da redação |

O presidente da GFI, Raymond Baker, recomenda mais cooperação entre governos para encerrar os canais de lavagem de dinheiro e maior transparência em transações financeiras internacionais.

“Além de representarem uma perda direta para a economia, esses fluxos impulsionam a economia subterrânea, alimentando a criminalidade e a corrupção e privando o governo de receitas importantes”, afirma Baker. O estudo indica ainda que a fuga de capitais se tem intensificado ao longo dos 53 anos avaliados, passando, por exemplo, de uma média anual de US$ 310 milhões de dólares (€ 239 milhões), na década de 1960, para uma média anual de US$ 14,7 bilhões na primeira década do século XXI. A GFI é uma organização sem fins lucrativos, com sede em Washington, que divulga dados sobre fluxos de capitais ilícitos como forma de defender a transparência e evitar a corrupção, principalmente nos países em desenvolvimento. 

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