Imbróglio pode gerar até 3.000 esqueletos

O presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas (OAB-MG), Kênio Pereira, diz que o imbróglio gerará mais esqueletos de imóveis

iG Minas Gerais | Johnatan Castro |

Quando o alvará de uma construção vence, o responsável pelo empreendimento precisa renová-lo junto à prefeitura. Mesmo aprovando o benefício do Executivo, representantes dos setores imobiliário e da construção civil reclamam que as mudanças na Lei de Uso e Ocupação do Solo têm inviabilizado a renovação dos alvarás.  

O presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas (OAB-MG), Kênio Pereira, diz que o imbróglio gerará mais esqueletos de imóveis. “Temos 3.000 empreendimentos que as construtoras não vão conseguir entregar”.

O vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas (Sinduscon-MG), Lucas Martins, classifica a flexibilização como positiva e diz que os imóveis inacabados são minoria. “Temos obras na capital que, quando começa o projeto ou a incorporação, já não se consegue concluir o empreendimento porque a lei já sofreu alterações”. 

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