Laura García

Psicóloga, coach e escritora Participa de diversos programas na Televisão da Espanha

iG Minas Gerais | Litza Mattos |

Laura Garcia / Divulgacao
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Qual a importância da fase da infância para a alexitimia?

É importante que os pais e educadores ensinem as crianças a identificar o que elas sentem e os nomes para diferenciar as sensações puramente físicas das emocionais.

Onde eles pecam?

Por exemplo, quando ensinam as crianças a descrever uma emoção usando apenas os seus sintomas físicos. Devemos fugir das generalidades. Ao ensinar as crianças a diferenciar e colocar em palavras seus sentimentos e sensações corporais, elas são inseridas ao mundo emocional.

Como evitar o problema nessa fase?

Ajudar as crianças a aprender a gerir adequadamente as suas emoções através de correta identificação e expressão emocional. Quanto mais rica for a linguagem de uma pessoa para descrever o que ela sente, melhor ela poderá identificar algumas emoções dos outros. O alexitímico não reconhece as suas e nem as emoções dos outros. Muitas vezes, tendem a ser identificados como pessoas com uma enorme falta de empatia, e isso dificulta muito as suas relações sociais.

Pesquisas mostram alguma relação com danos no cérebro?

Em alguns casos, estudos mostram uma falha na conexão do sistema límbico – que é o centro regulador das emoções, da área da linguagem e do córtex cerebral, e onde nós identificamos o que sentimos e pensamos, de modo que essa identificação fica dificultada na alexitimia. 

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