Contagem regressiva para os jogos paralímpicos do Rio

Paratletas do voleibol sentado e ex-jogadores da ‘geração de prata’ se enfrentam neste domingo

iG Minas Gerais | Diego Costa |

Amistoso. Seleção brasileira de voleibol sentado encara jogo contra geração de prata no Flamengo
CPB/Divulgacao
Amistoso. Seleção brasileira de voleibol sentado encara jogo contra geração de prata no Flamengo

Daqui a exatamente dois anos será a vez dos paratletas brilharem em solo brasileiro. No dia 7 de setembro de 2016 começam os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Para celebrar a contagem regressiva, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) realiza, na manhã deste domingo, uma atividade no Parque do Flamengo, na capital carioca.

A meta em 2016 é superar o resultado obtido nos Jogos de Londres, em 2012, quando a delegação brasileira faturou 43 medalhas, sendo 21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze. Para isso, o CPB terá de driblar a falta de investimentos do setor privado. Mesmo assim, o objetivo é chegar ao Top 5 do Comitê Olímpico Internacional (COI), que se baseia no número de medalhas de ouro, não nas conquistas em geral.

Na comemoração dos dois anos para o início da Paralimpíada Rio 2016, duas modalidades ganharão destaque, o voleibol sentado e o goalball. Campeã do Parapan-Americanos de 2007, na própria capital carioca, a seleção brasileira de voleibol sentado vai encarar os integrantes da equipe que ficou conhecida como ‘geração de prata’. É o time formado por Montanaro, Bernard, Amauri, entre outros nomes, que ficou em segundo lugar nas Olimpíadas de 1984, em Los Angeles (EUA) e conquistou a primeira medalha do vôlei nacional na história dos Jogos Olímpicos.

“Entendo que isso é uma honra participar deste evento tão importante e muito sério. Ainda mais porque os Jogos Paralímpicos vão acontecer no Brasil. Ser convidado com toda a geração de prata para as festividades é maravilhoso”, comentou Montanaro. A equipe do ex-jogador também ficou marcada pelo amistoso realizado contra a União Soviética, em 1983, no Maracanã. Mais de 90 mil pessoas acompanharam o duelo, um recorde mundial.

Sobre o desafio, o medalhista de prata reconheceu que não será nada fácil bater os paratletas do voleibol sentado.

“Eu já joguei contra uma equipe da modalidade e tive muitas dificuldades. Vamos ter trabalho com eles, mas vai ser bem divertido também”, completou.

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