Políticos listados se apressam em negar seu envolvimento

O secretário nacional de Finanças do PT, João Vaccari Neto, classificou de “mentirosa” a declaração de que ele teria mantido contato com o ex-diretor da Petrobras

iG Minas Gerais |

São Paulo. Dos políticos que se manifestaram sobre sua inclusão na lista de Paulo Roberto Costa dos que receberam propinas, todos negaram seu envolvimento.  

A governadora do Estado do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) enviou nota à imprensa em que diz repudiar veementemente e “com grande indignação” as denúncias. “Nunca participei de nenhum esquema de corrupção”, disse. O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que repudia a inclusão de seu nome “em qualquer dos fatos supostamente relatados pelo ex-diretor”. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, também negou seu envolvimento durante a semana, para a própria revista que fez a denúncia. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou uma nota em que “nega e repudia” o que chamou de “especulações”.

O secretário nacional de Finanças do PT, João Vaccari Neto, classificou de “mentirosa” a declaração de que ele teria mantido contato com o ex-diretor da Petrobras. Em nota, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), também assegurou que nunca manteve negociações com o ex-diretor da Petrobras. “Nunca participei de nenhum esquema de corrupção”. O senador Romero Jucá (PMDB-RR) repudiou as acusações. Ele negou ter recebido qualquer contribuição de campanha e quaisquer outros recursos por meio de Costa.

O vice-presidente Michel Temer defendeu seu partido, dizendo que, “institucionalmente, o PMDB não tem nada a ver com isso”.

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