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Colômbia terá James Rodríguez e Zúñiga, algoz de Neymar; amistoso acontece nos Estados Unidos

iG Minas Gerais | Josias Pereira |

Mudanças. Dunga ganha uma segunda chance à frente do Brasil
Rafael Ribeiro/CBF
Mudanças. Dunga ganha uma segunda chance à frente do Brasil

Na noite desta sexta, no Sun Life Stadium, em Miami, às 22h (de Brasília), o futebol brasileiro verá acrescido em seu livro de memórias mais um capítulo. Contra a Colômbia, um velho rival sul-americano, eis que as páginas para uma nova era se abrem.

Caberá a um velho escritor – aquele mesmo que esteve à frente da seleção há quatro anos – se certificar de que o pesadelo vivido na Copa do Mundo do Brasil tenha sido só um acidente de percurso ou, quem sabe, apenas uma daquelas lições de moral de livros infantis que mostram o que é certo e o que é errado. Tomara que seja assim.

Diferentemente de 2006, quando assumiu a seleção pela primeira vez, Dunga agora pega uma terra literalmente arrasada – mesmo que o próprio treinador insista em dizer que não é. O futebol nacional já não é mais o mesmo. O mundo teve esta constatação ao assistir atônito à goleada alemã sobre o Brasil no Mineirão.

A maior humilhação da seleção pentacampeã mundial é, sim, uma terra arrasada, um resultado de que só o tempo poderá estancar as feridas que ainda latejam no “lombo” de jogadores como Jefferson, David Luiz, Marcelo, Maicon, Ramires, Fernandinho, Oscar, Willian e até mesmo Neymar, que sequer esteve em campo naquele fatídico 8 de julho.

Remanescentes. Todos esses atletas defenderam a seleção na última Copa e, agora, recebem uma nova chance, um voto de confiança do professor de estilo enérgico, disciplinador e colecionador de desafetos.

Agora nem tanto. A versão 2.0 de Dunga promete mais paz e amor. E para a os clamores nacionais, mudanças no esquema tático, presença mais efetiva de jogadores do futebol nacional, entre eles, Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Tardelli. E, é claro, a velha nova filosofia de entrega irresoluta à camisa. A seleção precisa ser o orgulho do povo brasileiro. É isso que Dunga quer ressuscitar.

“Cada um sente de uma forma, mas todos têm vontade de resgatar e reescrever sua história na seleção. Temos que pensar a cada segundo, dar o melhor individualmente e coletivamente e ser felizes”, destaca o treinador.

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