Resultado das urnas vai afetar estatais

O professor de Economia da Fumec, Fernando Nogueira, não descarta a estatal

iG Minas Gerais | Juliana Gontijo |

Além das ações que estão descoladas da média, a analista da corretora Concórdia, Daniela Ribeiro Martins, afirma que o cenário eleitoral tem que ser levado em conta na hora de investir. Ela inclui na carteira as ações da Petrobras, uma vez que o aumento das chances de vitória de um candidato da oposição podem fazer com que as estatais continuem tendo ganhos expressivos na Bolsa.  

No entanto, o peso para os papéis preferenciais da petrolífera é de 5%. De acordo com ela, é uma forma de mitigar uma reversão de quadro. “Com uma probabilidade maior de vitória da oposição, resolvemos incluir Petrobras, mas com um peso pequeno”, observa.

O professor de Economia da Fumec, Fernando Nogueira, não descarta a estatal. “Agora, é importante frisar que é um investimento para longo prazo, com retorno por volta de 2016 a 2018”, diz. O professor de gestão de investimento e risco do Ibmec Minas, Ricardo Couto, afirma que ainda há espaço para ganhos, mas é preciso saber escolher as empresas.

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