Defesa Civil dá detalhes da implosão aos moradores vizinhos ao viaduto

Trabalho na alça Norte será feito no dia 14, mas pistas da avenida Pedro I só devem ser liberadas dia 21, após nova vistoria

iG Minas Gerais | Cinthia Ramalho |

Discordância.
 Empresa que projetou viaduto descarta erro de cálculo na parte que sustenta estrutura
DENILTON DIAS / O TEMPO
Discordância. Empresa que projetou viaduto descarta erro de cálculo na parte que sustenta estrutura

A Defesa Civil de Belo Horizonte se reuniu com moradores dos edifícios Savana e Antares, vizinhos ao viaduto Guararapes, que desabou no dia 3 de julho. O encontro foi para tratar da implosão da alça Norte da estrutura, prevista para o próximo dia 14.

A construtora Cowan vai pagar pelo serviço, que será executado por um empresa do Rio de Janeiro. Logo após a implosão, a Defesa Civil fará vistorias nos imóveis em um raio de 50 metros, no entanto a área de isolamento é de 200 m.

A pista só deverá ser liberada totalmente no dia 21, quando será feita uma nova vistoria. A remoção dos escombros deve durar uma semana. Primeiro será feita a detonação dos três pilares, num tempo de 10 segundos. A implosão sera feita de fora pra dentro, e o pilar central será o último a cair.

A implosão vai causar um impacto de 1.200 toneladas, e toda operação será acompanhada pela Polícia Civil.

Veja as etapas:

1) Perfuração dos pilares - a implosão vai gerar uma vibração de 1,7 mm por segundo. Os pilares serão perfurados, para que os explosivos sejam colocados dentro da estrutura.

2) Para a proteção, serão colocadas telas metálicas na estrutura para segurar os fragmentos.

3) Instalação de sismógrafos para medir impactos 4) Carregamento dos explosivos e detonação

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