Debate de presidenciáveis começa com Dilma atacando Marina Silva

Evento acontece na TV SBT; candidatos com menores índices nas pesquisas de intenção de voto focaram em realizar 'dobradinhas' para atacar e criticar os três principais nomes

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

O segundo debate de candidatos à Presidência da República acontece, na tarde desta segunda-feira (1), na TV SBT, em São Paulo. O evento é promovido também pelo jornal Folha de S. Paulo, UOL e Jovem Pan.

Abrindo o debate, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi logo para cima de sua principal concorrente e perguntou à Marina Silva (PSB) sobre como a ex-senadora iria aumentar os investimentos para as áreas de Saúde e Educação, como promete seu plano de governo. A socialista argumentou que 'não faz promessas na área, e sim um compromisso' e afirmou que, com a regulação dos gastos públicos, seria possível gastar mais em áreas mais necessitadas.

Após a resposta de que iria conseguir os recursos com uma gestão eficiente em seus gastos, Marina foi alfinetada pela petista, que chegou a comentar que a socialista 'falou, falou, mas não respondeu de onde sairia o dinheiro'.

Na sequência, a própria Marina rebateu Dilma, afirmando que, assim como a agenda petista, também iria utilizar o dinheiro do pré-sal para os investimentos em Saúde e Educação.

Depois, os candidatos com menores índices nas pesquisas de intenção de voto focaram em realizar 'dobradinhas' para atacar e criticar os três principais nomes, que Eduardo Jorge (PV) chamou de 'G-3' e Luciana Genro (PSOL) de 'irmãos siameses'.

Momentos depois, foi a vez do candidato tucano Aécio Neves (PSDB) perguntar ao ambientalista Eduardo Jorge (PV). O ex-governador de Minas aproveitou a pergunta para alfinetar a política econômica do governo Dilma, afirmando que o crescimento do PIB e a inflação seriam culpa das atitudes tomadas pela equipe petista.

Depois, Pastor Everaldo (PSC) questionou ao candidato Levy Fidelix (PRTB) sobre a ausência de um ministério que trate sobre a Segurança Pública. Para o ex-deputado, a melhoria das condições dos policiais e o aumento do salários dos servidores de segurança pública é essencial. Ele ainda alfinetou o religioso ao afirmar que a Petrobras é imprivatizável, citando uma das propostas de Everaldo.

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