Critério de seleção gera desavença

A CNI diz que as 550 bolsas que doará sairão do orçamento do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai)

iG Minas Gerais |

Brasília. O critério de seleção dos bolsistas do Ciência sem Fronteiras opõe a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o governo. A entidade gostaria de poder escolher os estudantes contemplados com as bolsas, a fim de qualificar mão de obra das empresas doadoras e do setor. O Ministério da Educação, contudo, diz não abrir mão do critério universal, em que o programa é aberto a qualquer candidato que obtenha nota superior a 600 pontos no Enem e domine a língua do país aonde for estudar.  

A CNI diz que as 550 bolsas que doará sairão do orçamento do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Segundo a entidade, parte das bolsas será destinada a pesquisadores ligados à rede de Institutos Senai de Inovação.

O secretário-executivo do MEC, Luiz Claudio Costa, afirma que isso até poderá ocorrer, desde que esses candidatos superem os demais concorrentes.

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