Gustavo Leite

Ex-usuário de drogas

iG Minas Gerais | Cinthia Ramalho |

Quando foi o seu primeiro contato com as drogas?

Foi quando eu tinha 8 anos e acompanhava o meu pai nos bares, aproveitando para experimentar bebidas alcoólicas. Na adolescência veio a maconha, e depois conheci cocaína e crack.

Quando decidiu buscar tratamento?

Quando perdi o controle da minha vida. Roubei a casa da minha mãe e a da minha sogra para comprar droga. Também roubava na rua. Aí vi que não dava mais. Em 2006, internei-me pela primeira vez, mas tive uma recaída. Só em 2009 é que consegui completar o tratamento, na Associação Mineira de Pais e Amigos para Prevenção e Recuperação do Abuso de Drogas (Ampare).

Quais as maiores dificuldades?

O mais difícil é o paciente aprender a lidar com ele mesmo. Não mudamos nosso comportamento da noite para o dia, mas é preciso ter vontade. Droga não presta, e a vida é muito melhor quando estamos sãos. 

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