Aécio admite: terá que se adaptar

Apesar da avaliação do crescimento da ex-senadora, o tucano disse que continua confiante de que disputará o segundo turno

iG Minas Gerais |

São Paulo. O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, admitiu nesta sexta que sua campanha terá de se adaptar à nova realidade do cenário eleitoral, que teve uma reviravolta com a morte do ex-governador Eduardo Campos e a entrada da ex-senadora Marina Silva como cabeça de chapa do PSB.  

Apesar da avaliação do crescimento da ex-senadora, o tucano disse que continua confiante de que disputará o segundo turno. “Tem um quadro novo, a partir do falecimento do meu amigo governador Eduardo Campos. E agora temos que nos adaptar a essa nova realidade. Estou absolutamente sereno e convencido de que as melhores propostas para o Brasil mudar de verdade, quem as têm somos nós”.

Aécio usou o anúncio de um quadro de “recessão técnica na economia” do país – com retração de 0,6% no PIB no segundo trimestre – para endurecer as críticas ao governo da presidente Dilma Roussef. O tucano afirmou que o cenário mostra que o governo terminou e que o legado a ser deixado será o do fracasso econômico.

“Hoje é um dia muito triste para o Brasil. Na verdade, o governo do PT terminou antes da hora”, disse Aécio, acusando o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, de ter entregue um “quadro extremamente perverso” no período em que esteve à frente da economia brasileira.

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