Brasil fecha invicto série de amistosos para o Mundial

Equipe de Bernardinho venceu todos os quatro jogos realizados na Europa antes da estreia marcada para a próxima segunda-feira

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Brasil teve dificuldades contra a Itália, em Trento
CBV - DIVULGAÇÃO
Brasil teve dificuldades contra a Itália, em Trento

A série de vitórias conquistadas pelo Brasil deixa o time de Bernardinho com a moral alta para a disputa do Mundial, que começa neste sábado. Na última terça-feira, a equipe venceu seu último compromisso, diante da Itália, em Trento. O triunfo por 3 a 2 (27/25, 27/29, 25/17, 28/30 e 15/10) mostrou a dificuldade que o time verde-amarelo teve. Talvez este tenha sido o jogo mais complicado do Brasil nesta reta final de preparação. Antes disso, o Brasil já havia passado pela Sérvia, também em território italiano, e pela Bulgária e França, na Bulgária.

Agora, o time foca na estreia contra a Alemanha, na segunda-feira, às 8h (horário de Brasília).

Neste último compromisso, Bernardinho colocou o oposto Wallace, do Sada Cruzeiro, de titular. Mesmo assim, a rodagem de todo o elenco voltou a aparecer.

"Senti uma evolução do time inteiro e isso é muito importante, já que o Mundial é um campeonato muito longo, intenso e que, com certeza, vai ser preciso que todos estejam bem. Houve um envolvimento de todo o grupo. Trocamos as peças e o ritmo seguiu o mesmo", elogia o levantador Raphael.

Ele acredita que o time chega bem para encarar um dos adversários mais complicados do grupo. "As vitórias foram boas para dar moral ao time e essa sequência é fundamental para chegarmos bem na primeira partida que, na minha opinião, vai ser uma das mais difíceis do grupo, contra a Alemanha", destaca.

Uma das novidades no jogo foi o oposto Renan ter sido improvisado de central, posição que ele pode chegar a ser utilizado, em caso de necessidade. Para a função, Bernardinho já conta com Lucão, Sidão e Éder.

Agora, o Brasil parte para a cidade de Katowice, na Polônia, sede do grupo B, onde o time vai encarar, ainda, Tunísia, Coreia do Sul, Finlândia e Cuba.